fantasies

•Julho 10, 2009 • Deixe um comentário

Hello!!

Do you want to try? Do you want that I write your fantasies?

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Tell me your dreams

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Are you scared? (remember a song)

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Relax! Show us what do you waiting for.

suckit88

I will be here for you, trying to put in tales what do you wish.

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What are you waiting for!

Tell me your secrets!

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Hope that you write me: fantasias.blog@gmail.com

I’m waiting for you

do not desaponted me

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[Fotos da net]

Perdido [4]

•Junho 2, 2009 • Deixe um comentário

Sentir o vapor ondulando pelo corpo, deixando-nos suados. Imaginando outros corpos suados, envolvidos na bruma com ligeiro odor a eucalipto.

Roçar-se pelas prachas de madeira polida, imaginando outros corpos sensualmente abraçados, suados, aquecidos pelas pedras, refrescados pela água.

Nadar nú, livre. Sentir os genitais livres na água, desenhando pequenas ondas em movimentos perpétuos.

Ficar teso de penr em tudo isto, sentindo-se ali, naquele lugar rodeado de belos corpos imberbes, peludos, definidos, fortes, novos, menos novos…

Rodopeavam pensamentos quando entrava no banho turco, na sauna, na piscina, no duche. Estive quase sempre teso. nem a água fria me retirava vigor. Sentia tremores das pontas dos dedos dos pés até aos cabelos, deixando-me em extase. Acho que nunca me tinha sentido assim, livre de pensar e agir.

Sentia-me tão bem que nunca pensei ser observado. no entanto estava. Não sei há quanto tempo é que ele tinha voltado. Se alguma vez tinha saído. Não sabia que horas eram, quantas tinham passado. Apenas imaginava o meu corpo suado, enroscado noutro, no banho turco, na sauna, na piscina, no duche…

E no entanto ali estava ele. Deitado num dos sofás grandes enconstados à parede, observando-me, sorrindo.

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Fiquei parado, meio envergonhado de estar ali de pau duro, sozinho, de um lado para o outro. Mas ele teimava em não ficar flácido. Na minha mente rodopiavam imagens, desejos sensuais e sexuais e ele ali, naqueles modos a olhar para mim, sorrindo. Fez-me sinal. Dirigi-me a ele. Sentei-me junto a ele. Debruçou-se, beijou-me demoradamente. Retirou a t’shirt e o resto da roupa. estava teso já. Demoradamente me beijou, desceu aos mamilos e lambendo chegou à zona púbica.

Brincou lambendo à volta, por baixo dos tomates, algo que me deixa em extase, o rego, subiu e enfiou o meu pau de uma vez, bem fundo, bem fundo…

Chupava de forma tão suave e decidida em simultâneo que estava quase a vir-me. Percebeu e retirou-o, lambeu novamente à volta, desceu ao rego, brincou, lambeu, virou-me de costas e continuou, gemia, gemíamos.

Foi subindo pelas costas, língua colada ao meu corpo, sentindo agora o pau dele perto do meu ânus, passando, sem entrar, subiu igualmente pelas costas, roçando, sentido um fio húmido a varrer-me a espinha. Virou-me novamente e tinha a verga dele, bem perto da minha boca… apenas precisei de a abrir para o receber, para me deleitar com aquele pau perfeito, veias salientes, grande q.b., grosso, cabeça saborosa, precum deliciosa.

Voltou a descer, o fio húmido passou por entre o meu peito, deteve-se no umbigo para um fervoroso linguado, roçou o meu pau, os tomates e o ânus. Lubrificou-me, penetrou-me suavemente, vigorosamente, suavemente, vigorosamente.

Veio-se no meu peito, junto ao meu leite. Deitou-se em cima de mim, comungámos esperma nos nossos corpos suados, trocámos beijos intensos e ali ficámos, no sofá, ouvindo pássaros no exterior que na sua linguagem cantavam a felicidade do momento.

Taurnil Lossehelin

(Foto da net)

Perdido [3]

•Maio 7, 2009 • 2 Comentários

Acordei.

A casa estava num sossego absoluto. Estar no meio de um mato permitia ouvir o chilrear dos pássaros ao invés de buzinas de carros.

Depois de uma passagem pelo WC fui até à cozinha. Ele já devia ter saído. Já era quase fim da manhã. Cansado e longo dia tinham-me feito dormir mais do que o desejado. Havia um cheiro a café fresco no ar… torradas acabadas de fazer. Um papel colado no frigorífico: tinha ido a casa há pouco tempo ver se já tinha acordado. Imaginava-me cansado pela viagem que fizera e deixara-me dormir.  Entretanto tinha-me deixado o pequeno-almoço adiantado para não andar à procura das coisas. Em cima da mesa estaria um pequeno mapa para chegar à vila.

Comi, vesti-me, saí e segui religiosamente as instruções:  fechar a porta a chave, levá-la e entregar antes de me ir embora para nos despedir-mos. Meti-me à estrada e finalmente vi o vilarejo. Nem estava longe, mas o arvoredo denso e a noite a cerrar não me deixou vê-lo.  Fui à pensão onde tinha um quarto reservado para desmarcar e deixar alguma coisa, apesar de não ter usado. Reparei entretanto que um antigo solar tinha sido transformado em albergaria. Teria ficado melhor… mas imediatamente lembrei-me que melhor não poderia ter ficado. Fui almoçar a um pequeno restaurante na praça principal e fui então à minha vida. Vendi os meus produtos e tentei obter informações acerca do meu anfitrião.

“O menino Miguel é dono de quase tudo por aqui. Aquele solar é da família dele. A pensão, o restaurante, a maior parte dos rebanhos. Dá emprego a muito boa gente.  Quando herdou tudo da madrinha dele, a Sr.ª D.ª Zulmira, que Deus a tenha em descanso,  ainda ficou a morar no solar, mas depois foi lá p’ro monte. Ele é um pouco estranho. Fala pouco e às vezes ao fim de semana recebe gente da cidade e são dias a fio de festa. Viu a piscina? E as obras que fez atrás da casa? Nem com uma escada grande dava para ver o que se passa. Não que queria saber, claro. cada um faz o que quer e os outros nada têm a ver com isso. Mas enfim, é boa gente também.”

Cinco da tarde e já quase escurecia. Amanhã era sábado, queria voltar para casa. Compromissos agradáveis me esperam. Despedi-me e regressei à casa do Miguel.

Ele ainda não tinha chegado.  Fiquei à-vontade, em boxers, sentei-me no sofá, liguei a TV e passei pelas brasas. Acordei 30 mn mais tarde. Uma mão segurava na minha, acarissiava-a. Quando abri os olhos largou-me, ligeiramente incomodado por ter acordado quando me tocava. Era a primeira vez que sentia a pele dele e arrepiei-me. Balbuciei que estava ligeiramente com frio.

Perguntou-me se ficava mais aquela noite. Quis dizer-lhe que não, mas da minha boca saiu um sim. desejos e sentimentos que atraiçoam a vontade de um homem.  Perguntou-me se antes de jantar queria experimentar o pequeno SPA privativo dele. Fiquei espantado e claro, ia dizer que não? Já que ficava…

Saímos por uma porta nas traseiras, bem dissimulada. Descemos uma escadaria e chegámos a um pátio interior coberto por uma claraboia. Estava quente ali. Uma pequena piscina circular  ao centro, algumas portas em volta, num semi-circulo. Fez as honras da casa e bem orgulhoso, mostrou-me o seu ginásio (do lado esquerdo), o solarium, o jacuzzi, o banho turco, a sauna e 3 cabines de duche (do lado direito). Uns canapés brancos espalhados à volta da piscina, enconstados às paredes. Podia experimentar tudo.

“Mas não tenho fato de banho!” Eu saio, vou à vila e fazer o jantar. Podes ficar à vontade, ficar nú que não te venho incomodar. Nas cabines de duche estão umas toalhas.

Entretanto, lembrei-me que ele já me tinha visto nú e eu apenas a ponta da verga e mal e um rico enchumaço nuns boxers que não eram de licra.

Virou costas e saiu.

continua…

Perdido [2]

•Março 27, 2009 • 3 Comentários

Ficámos sentados ali fora. Bebemos a cerveja enquanto conversávamos. Confesso que não esperava estar tão à-vontade. Parecia que nos conhecíamos desde sempre. Como aqueles grandes amigos que não se vêem há bastante tempo e um diam se reenontram, como se o tempo não tivesse passado e sempre estivessem juntos.

Bebemos 1, 2, 3 cervejas e finalmente trouxe o jantar. Sopa dizia ele… Era um manjar. Disse-me que adorava cozinhar, mas como vivia ali  sozinho, acabava por fazê-lo pouco. Tinha sempre de tudo nas duas arcas, muitos dos ingredientes até já meio preparados. tempo tinha de sobra. Os dias acabavam cedo e como de inverno escurecia depressa entretinha-se em casa a preparar jantares que congelava antes de ir ao forno, a ler, a ver televisão (tinha satélite)  e navegar na internet. Confessou-me que tinha três blogues. Um profissional e dois pessoais. talvez me mostrasse um dia. Um website também onde divulgava e vendia os seus produtos.

A conversa foi longa e já eram quase 23h quando me perguntou se queria então tomar banho. Finalmente entrei em casa.  Toda em madeira por dentro, muito bem decorada. Um mimo… um sonho de casa.  Mostrou-me onde ficava a casa de banho. Disse-me para ficar à-vontade que ia buscar uma toalha. Comecei a despir-me, deixei a água a correr pensando que demorava um pouco a vir quente, mas enganei-me. Entrei na banheira, protegido por uma porta de vidro transparente. A sensação foi óptima. O jantar tinha sido bem regado e sentir aquela água quente no corpo  deixava-me bem relaxado. Comecei a ensaboar-me, massajar o corpo com aquela espuma de banho que ele ali tinha estava a deixar-me delirante, em extase.

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Quase nem reparava que ele tinha entretanto entrado para me entregar a toalha. Estava de boxers e pude finalmente comtemplar aquele corpo definido, mas musculado, bem proporcionado.

Pediu desculpa, balbuciando que bateu mas que não respondi e acabou por entrar… “Também estamos entre homens…” Reparei que afinal apesar daquela atitude extrovertida quando nos encontrámos à beira da estrada ele também tinha ficado estranho, incomodado, ao ver-me completamente nu, massajando devagar o corpo. Tirei partido da situação e comecei a lavar a zona púbica, devagar, sensualmente… eroticamente.

Sorriu e saiu, disse-me que esperava lá fora para o café.

Fui ter com ele igualmente de boxers. Serviu o café e um excelente wisky que guardava numa garrafeira especial para não alterar o sabor com o gelo.

Passado pouco tempo, pareceu-me a mim, conduziu-me ao quarto. “A cama está feita de lavado.” Quando pensei que íamos dormir ali os dois, naquela cama de casal antiga, estreita para os padrões modernos, continuou dizendo que ele dormiria no sofá. O despertador marcava quase 1h da manhã.

[continua...]

Perdido [1]

•Março 20, 2009 • Deixe um comentário

Findas as férias foi necessário regressar ao trabalho. As viagens cançam mas é verdade que permitem encontrar cantos escondidos do nosso país que de outra maneira nunca conheceria. Nas estradas portuguesas encontramos tanto que nem sabemos que contar.

Pastores que largam rebanhos no esfalto, buracos que parecem crateras, vales e montes belíssimos, natureza por vezes quase selvagem, estradas estreitas que serpenteia, etc.

E nesses caminhos me perdi. Coisa que não gosto. Parece que se perde todo o prazer, que se viu aquelas paisagens 100 vezes, que já não aguentamos mais. Começa a escurecer e eu ainda não encontrei Lugar de Cima ou de Baixo, já nem sei. Um quarto numa penão à minha espera, um banho de imersão com espuma (que não dispenso nestas minhas viagens), um jantar regado… e nada, parece que vou pernoitar no carro. Não que já não tenha acontecido, mas hoje apetecia ficar alí. descansar a sério.

Ando mais uma hora. Fica bem escuro nestas estradas. Não se vê povoações, não há iluminação e hoje, hoje por sinal, não há lua. Foi descansar deixando-me aqui bem perdido.

Encosto o carro junto a um pequeno caminho de terra batida para aliviar as tensões. Fumo um cigarro, bebo água e alivio demoradamente a bexiga.

Ouço um “Boa noite”, assusto-me e surge um homem, nos seus 30 anos, à minha frente nada incomodado por eu estar de verga na mão a urinar. Continua a dirigir-se a mim, a falar: “Está uma bela noite para mijar não?” Saca da dele e ali junto a mim começa também. Fico tão incomodado com a situação que passa logo a vontade e enfio a gaita nascalças desajeitadamente. Começa a rir. Pede desculpa, queria meter-me à vontade porque tinha reparado que me tinha assustado. Disse-me que viu as luzes do carro e veio ver o que era. Morava ali em baixo, no fundo do caminho de terra. Olhando bem, reparei então numas pequenas luzes. Fiquei pensativo porque demorei-me a fumar, enquanto observava por onde andava e não as tinha visto. Continuou dizendo que tinha chegado há pouco a casa. As ovelhas tinham demorado mais tempo do que o normal.

Perguntou-me se queria ajuda. Expliquei-lhe a minha situação. Disse-me que por agora seria impossível chegar ao destino. De noite era dificil perceber onde devia virar para chegar perguntou-me se ia ficar no carro a dormir. Respondi-lhe que sim, claro. Não teria outra alternativa. Propos-me então estacionar no terreno dele. Ficava mais abrigado, que nunca se sabia quem passava na estrada. Receoso, acabei por aceitar.

Se bem que ele não esperou a resposta. Já tinha aberto a porta do pendura para entrar e mostrar o caminho. Situação bastante constrangedora, mas já tinha outra hipótese.

A casa dele era construída em madeira. Parecia um daqueles chalés pre-fabricados. A frente da casa era de uma beleza inimaginável. Uns degraus paraterraço coberto de buganvilias multicolores. Umas pequenas luzes escondidas pelo meio das flores, uma mesa e 4 cadeiras de madeira, umas velas de citronela acesas sobre a mesa e um banco/baloiço no canto esquerdo. A porta da casa ficava ao centro deste cenário. Meio entreaberta, deixava fugir um delicioso perfume a sopa.

Saímos do carro e sem falar, dirigiu-se para rás, abriu o porta-bagagens, pegou na minha mala e disse-me que já que ali estava, podia tomar um banho e jantar com ele. Assim teria companhia para jantar. Andou em direcção à casa, continuando a falar: “Eu levo isto para dentro. Senta aí fora enquanto acabo a sopa. Já te trago uma cerveja. Tens um cinzeiro na gaveta pequenina.” E mais umas coisas que já não ouvi porque já tinha entrado.

Um cenário inimaginável. Estava ali com um estranho, que surgiu do nada, que me cativou pela beleza, certo, mas que enerrava tantos mistérios que não sabia como reagir.

Voltou a sair com duas cervejas. Ficou de pé, no cimo dos degraus, de mão esticada para me estender a cerveja e disse-me rindo: “Vais ficar especado aí? Ou vens sentar-te e descansar?”

http://img.iha.pt/Alojamentos-turisticos-encanto/Franca/Rodano-alpes/Alta-saboia/Chamonix-mont-blanc/LE-CHALET-DES-GLACIERS_188970000106113.jpeg

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Ivo Costa

•Fevereiro 8, 2009 • 4 Comentários

I always wondering if there is a portuguese gay porn star. Well I discover it. It names is Ivo Costa and is very sexy! Don’t you think?

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É Natal… desejo tudo de bom!!

•Dezembro 24, 2008 • 3 Comentários

Férias #2

•Dezembro 12, 2008 • 2 Comentários

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Deitei-me, sossegado, a descansar. Estava absorto pelo que tinha contecido, sinceramente satisfeito. Sentia-me muito bem. Nunca pensei que isto me poderia acontecer num lugar destes.

Não sei bem que horas eram, estava escuro ainda. Senti um puxão. Alguém me empurro meio fora da tenda e de repente senti um corpo por cima da minha cara. Era um rabo… não uma cona. Ouço dizer “lambe”… “chupaste o meu marido agora quero sentir tua língua também”.

Tentei debater-me mas tinha alguém sentado em cima da minha barriga, segurando os meus braços. Devia ser ele. Os tomates tocavam-me perto do umbigo e sentia-o masturbar-se. O rabo dele estava junto ao meu pau.

Obedeci, claro. Comecei a fazer-lhe um minete e ela mexia-se, contorcia-se como uma cadela com cio, deixando-me cada vez mais excitado. Sentir aquelas bolas bater na minha barriga também me deixavam bem húmido.

Lambia como podia, não era fácil porque ela mexia-se muito. Tentei enfiar a língua e ela parou, deixou-se fazer. Gemia tanto que toda a redondeza devia ouvir.

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Entretanto eu escorria pre-cum e sentia a dele a cair-me no corpo. Levantou-se ligeiramente e pegando na minha verga enfiou-a no rabo de uma só vez. Doeu, gritei e ela berrava-lhe para me fazer gritar mais. Devia pagar o facto de ter brincado com ele sem ela estar presente.

Passado um bocado, a tipa quis experimentar o caralho que tinha feito as delícias do marido. Sentou-se em cima dele, enfiando-o na cona. Entretanto, o gajo chega-se a mim para que eu o mame.

Confesso que estava no céu. Estava literalmente a foder com um casal, à força certo, mas adorava o gajo e ela parecia bem quente.

Ela não parava de gritar, de nos chamar nomes. Até que resolveu que o marido é que tinha de ser castigado. Madnou-o colocar-se à canzana e disse-me para o foder com força na boca. Queria que ele bebesse o meu leite todo à frente dela. Não me fiz de rogado. Ela por trás de mim é que controlava os movimentos: rápidos, enfiando bem fundo. Segurava-lhe a cabeça para ele não fugir.

Nisto, apanha de lado um strap-on, chega-se atrás dele e penetra-o com força. Aquilo era enorme. Ele bem quis gritar, mas não podia com o meu pau na boca. Confesso que tive medo de lho tirar… podia quere castigar-me a mim e ele parecia submisso a todas as suas vontades.

Vim-me pouco depois. O gajo engoliu tudo, não saiu nada. Fiquei impressionado. E não me largava a verga.

Vira-se e ela continua a fodê-lo enquanto se masturbava. Veio-se rapidamente e ela também. Percebi, quando o tirou, que tinha um mais pequeno que enfiava na pachacha dela.

Foram embora sem se vestir, sem dizer nada. Recolhi à tenda, deixei-me estar como estava. Bem cansado.

Acordei já o sol ia alto. Fui ao bar mas eles não estavam. Ainda fui aguentando para ver se apareciam, mas nada e eu tinha de continuar, caso contrário nunca chegaria a destino.

Taurnil Lossehelin

(Foto da net)

Férias…

•Outubro 10, 2008 • 2 Comentários

Como meio mundo, fui de férias. E como estava farto de conduzir por este país fora, resolvi usar o comboio.

Viajar de comboio (e não falo do Alpha) permite-nos ver aquilo que um condutor nunca vê… os locais por onde vai passando, as belas paisagens deste país. Mochila às costas, tenda e material básico e lá fui eu. O primeiro destino foi o gerês. Nas férias gosto de estar em sítios sossegados, sem grande gente, em parques onde não ouvimos gritos durante o dia e ouvimos a natureza à noite.

Saí e ainda tive de andar bastante. tentei uma boleia, mas hoje em dia está difícil. As notícias deixam todos desconfiados, fugindo a sete pés do desconhecido. Mesmo carrinhas cheias de gajos que deviam vir de uma obra qualquer não parou, deixou-me especado e ainda gozou. Enfim, vemos de tudo…

Cheguei finalmente, apressando o passo já que apesar dos dias compridos, a noite acaba sempre por chegar.

Montei a tenda e exausto acabei por adormecer, assim, tal como estava, com fome, sujo e suado.

Era quase meia noite quando despertei. A barriga roncava tão alto que pensei que ia acordar os poucos campistas. Saí da tenda, fiz uma sandes e bebi a última cerveja que me restava. Reparei que o bar ainda estava aberto e fui até lá. apetecia-me mais uma. Agarrei nos cigarros, sentei-me na esplanada. Estava uma noite fantástica. Fresca que chegue para retemperar o corpo. Pedi uma imperial, uma tosta mista e quando dei por mim já ia na segunda cerveja.

Um casal saíu de dentro, sentou-se fora também. Meteram conversa. Eram espanhóis, galegos para ser mais preciso. Simpáticos, bem parecidos. Ele de tronco nú, mostrando seu peito peludo que me deixou bem teso. Os meus calções não disfarçavam a erecção. De onde estava, ele tinha uma bela vista sobre mim, as minhas pernas, o meu enchumaço… piscou-me o olho e eu corei.

Balbuciei a despedida, desculpando-me que ainda tinha de tomar banho. ao sair dei por mim a pensar porque raio tinha dito que ia tomar banho. Precisava de me justificar? Claro que não, foi o meu cérebro que me pregou uma partida. Aquele piscar de olho, o gajo, o desejo…

Fui à tenda, agarrei nas minhas coisinhas, noutros calções e fui para o duche. Eram cabines individuais. Aqueles chuveiros colectivos estão a sair de moda infelizmente. Levei tempo: barbeei-me, despi-me devagar. Nem sei bem porquê… enfim, no fundo até sei… pensei que ele viesse, mas não. Nada. acho que já tinha passado mais de meia hora e nada, sozinho nos balneários. Fui para o duche então. Aquela água quente no corpo estava a saber-me bem. A amolecer-me, pronto para voltar a dormir, até de manhã.

Limpei-me e saí nú. Estando sozinho para que vestir? Podia fazê-lo com mais espaço lá fora.

Ia gritando de espanto. frente à porta lá estava ele, à espera. Tronco nú, calças desapertadas, deixando ver a verga. Estava murcho ainda, mas eu, mal vi fiquei logo teso. Raio que o parta para  este sentimento de desejo, de procurar saciar aquilo que raramente posso fazer.

Mandou-me aproximar. Agarrou na minha mão e levou-a até ao tronco, descendo devagarinho até ao caralho que começou a crescer ali na minha mão. Larguei as minhas coisas para ter as duas mãos livres. Comecei a lamber-lhe o pescoço, e devagarinho cheguei ao peito ao umbigo à verga que nessa altura já estava bem tesa. Tinha uns bons 20 cm e grossa. Comecei a lamber a cabecinha, desci para os tomates e ele abriu as pernas. Estava a oferecer-me o cú. Virou-se para eu o lamber melhor, lubrifiquei-o até não poder mais. Levantei-me e ele baixou-se. Começou a mamar-me como ainda não tinha sentido. aquela língua e boca fazendo movimentos diferentes estavam a deixar-me louco. Ainda com a boca, colocou-me um preservativo. Levantou-se, um joelho no lavatório e ofereceu-me o rabo. Não me fiz rogado, claro.

Os movimentos iam variando… rápido, devagar… até que estava quase a vir-me. Disse-lhe e ele pediu para tirar queria acabar de outra maneira. Baixou-se, tirou o preservativo e começou a lamber-me ao mesmo tempo que me batia uma. Vim-me no peito dele pouco depois, não aguentava mais.

Deitou-se no chão e continuando a lamber-me os tomates veio-se e com as mãos começou a espelhar as esporras no tronco, levando os dedos à boca.

Confesso que nunca pensei que ele fosse passivo. O ar dominador de início e o tamanho da verga. Gostava d a ter experimentado também, apesar de não ser o meu frote. Mas aqueles tamanhos não se vêem todos os dias.

Voltei para o duche e percebi que ele também, mas quando voltei a sair já ele tinha ido embora.

Continua…

Taurnil Lossehelin

(Foto da net)

Concerto!!

•Setembro 16, 2008 • 3 Comentários

No passado dia 14 de Setembro fui ao concerto da Rainha da Pop. Sim fui ver e ouvir Madonna, no meio de 75000 fãs que deliraram!

No meio de tanta gente, e no frenesim da dança, não há como sentir mãos no rabo, roçansos, etc. Coisa boa!!

No meio de tanta gente, é natural que se vejam gajos mesmo, mas mesmo, muito giros (alguns, diria muitos, gays) e mulheres sensuais que abanam o corpo (muitas lésbicas também).

Pensava muitas vezes nas mãos que me tocavam, nos rabos que tocava, nas mamas que tocava…

e zás… não vai de modos, comecei a sentir uma mão mais atrevida, do gajo à minha frente que me tocava no pénis.

Já tinha reparado nele, um tipo moreno de olhos claros, bem feito, sensual.

Aliás, já na rua, enquanto se esperava (longas horas ao sol), via corpos semi-nus que me deixavam de pau feito. Homens que no calor que se fez sentir despiam a t’shirt, alguns puxavam ligeiramente as calças para debaixo da cintura deixando antever o início dos pêlos púbicos, alguns bem frondosos, sobressaindo por cima dos boxers;e mulheres que atavam a t’hirt em jeito de body, sobressaindo mais as mamas, de calções bem curtos ou mini-saias de sonho. Um dos tipos ao meu lado enchia-me de tesão. Os pêlos dele sobresaiam bem, acho que de propósito. Ele nunca tirou completamente a t’shirt, mas levantava um pouco, dobrando-a até ao umbigo, calças e boxers abaixo da cintura e brincava com os pêlos de forma provocante. Tocou-me na minha perna peluda uma vez, quando fiz dobras nas calças numa tentativa desajeitada de imitar uns calções. A minha vontade era de ser eu a brincar com aqueles pêlos, tocá-los…

Voltando ao concerto (Ai!).

O rapaz é mesmo giro e de mãos atrás das costas, começou a tocar-me, a entesar-me como podia através das calças. Queria prazer, ali mesmo. Sem saber como reagir, deixei-o fazer, tentando disfarçar, mas ninguém reparou. Estavam todos atentos à madonna.

Abriu-me a braguilha e sacou-a cá para fora, com alguma ajuda minha, e começou a masturbar-me. Foi o delírio total. A diva no palco e um tipo a querer festa.

Deixei-o fazer enquanto lhe punha de forma desajeitada uma mão no rego através das calças que ela trazia bem apertadas.

Vim-me para a mão dele. Guardei o pau e ele para se limpar virou-se para mim, baixou-se e lambeu a mão. depois deu-me um beijo no caralho, levantou-se e continuou a curtir o concerto como se nada fosse.

Na saída, perdi-o de vista. Naquela multidão era o mais provável. Pensei que ele quisesse mais qualquer coisa e que tentasse ficar junto a mim, mas não. desapareceu no meio das 75000 pessoas.

(qualquer semelhança com factos reais é pura ilusão)