Eu e os meus vizinhos (parte 1)

Morava num prédio em Lisboa, num daqueles subúrbios em que tudo parece igual: gentes, ruas, lojas, casas.Do meu segundo andar tinha uma vista fabulosa, o que animava a existência. Tinha também uns vizinhos no 3º com quem conversava muito e que desejava (sobretudo os filhos, um rapaz e uma rapariga bem giros e simpáticos).

Um dia o filho do meu vizinho, vamos chamar-lhe Paulo, disse-me para ir ter com ele. Estávamos os dois sozinhos em casa, e à janela. Decidimos, então, conversar de modo mais inteligente, isto é, frente a frente. Subi e quando entrei não me apercebi que ele tinha fechado a porta à chave. A música estava alta e pesada, abafando esse tipo de barulhos.

Ele era um pouco mais novo do que eu. Na altura eu deveria ter uns 18 e ele uns 17, mais coisa menos coisa. Sabia-o ligeiramente tarado sexual: a minha sala ficava por baixo do quarto dele e ouvia muitas vezes gemidos quando ele estava sozinho em casa. Também já me tinha mostrado algumas revistas que tinha comprado na Baixa e em Entrecampos. O que não sabia era que ele era bi. Sempre o pensei hetero, até porque, nas poucas vezes que estivemos sozinhos antes, nunca tinha falado de gajos nem mostrado gajos, só gajas.

Depois de um bocado, já estava em casa dele para aí à 1 hora e a conversa estava um bocado seca, porque só estava a mostrar-me as novas gajas das revistas novas, disse-lhe que me ia embora. Fui até à porta mas ela não abria. Começámos literalmente uma pequena luta pela chave. Apesar de ser mais velho, ele dominava-me bem; nunca fui de ginásios e coisas afim, ao contrário dele. Ele conseguia frequentemente imobilizar-me e tocar-me nas partes íntimas. Entretanto, ele tinha despido a t’shirt e estava quase a conseguir tirar-me a minha. O corpo dele, atlético, com pelos em V, bem vincados, a descer-lhe do umbigo para o interior das calças. Eu não conseguia tirar os olhos dali, o que talvez também ajudasse ao facto de ele me dominar facilmente.

Uma vez no chão, ele não se conteve mais e beijou-me nos mamilos enquanto me segurava entre as pernas, sentindo o meu pau duro. Sim porque com aqueles movimentos, e o roçar por aquele peito, tinha ficado de pau feito. Ainda tentei libertar-me mas não consegui. Só consegui ficar com a mão entre as coxas dele, sentindo também o volume debaixo das calças de fato de treino. Não me debati mais. Deixei-o fazer. Beijou-me a cara, a boca, os mamilos… até às calças.

Levantámo-nos e fomos para o quarto dele. Sentou-se na cama e despiu as calças. O caralho dele não era muito grande nem muito pequeno. Normal acho eu. Mas tinha as veias salientes, e não era circuncizado.

Intuitivamente coloquei-me de joelhos. Comecei a chupá-lo devagar, a lamber-lhe os colhões (que por acaso eram grandes). Ele contorcia-se, gemia baixinho e chupava um dedo dele. Comecei a levantar os colhões e a lamber por baixo. O rabinho dele estava limpo, não precisava, mas com a mão livre empurrou-me a cabeça, dando-me a entender que queria que o lambesse, e assim fiz, comecei um bom e lindo botão de rosa. Aí ele gemia mais alto, quase com espasmos.

Mostrou-me uma gaveta que me pediu para abrir. Tinha preservativos e, para meu espanto, um dildo preto grande. Disse-me para o chupar e fodê-lo com aquilo ao mesmo tempo. Lubrifiquei-o bem e enfiei-o devagarinho enquanto o mamava. Ele aí deu um pequeno grito. Pensei que o tinha aleijado e comecei a retirar o dildo, mas ele não deixou, com a mão enfiou-o ainda mais. Eu estava a passar-me. Nunca tinha visto uma coisa daquelas. Continuei a mamá-lo, ele aí já com as duas mãos em cima da minha cabeça puxava-me a cabeça obrigando a enfiar tudo até aos tomates. A posição entretanto em que ele estava (pernas por cima de mim apoiadas nas minhas costas, mais as mãos por cima da minha cabeça), para além de não poder largar o dildo, fazia com que não me conseguisse libertar.

A minha boca estava já cheia de precum que escorria, ele ficara bastante húmido. Parecia uma fonte que não secava. Continuava a mamá-lo, queria libertar a minha cabeça mas não conseguia. Num dos momentos em que me empurrou a cabeça para baixo, com as pernas, veio-se, saltando a esporra para o fundo da minha garganta. Aí larguei o didlo, estava a engasgar-me. Empurrei com força as pernas e deixei sair um bocado do leite dele que me escorreu pela boca, caindo no meu peito.

Deitei-me para trás, no chão e ia começar a refilar com ele por causa de me ter forçado a beber a esporra dele daquela maneira. Não consegui falar, senti a boca dele, a língua dele dentro da minha boca e depois começar a percorrer o percurso do leite e a lambê-lo.

Continuou a descer e começou a mamar-me. Primeiro devagar e depois com força. Eu estava tão excitado que acho que me iria vir depressa.

Nem me apercebi que a irmã estava à porta do quarto… que tinha ficado escancarada. Ela estava nua, a masturbar-se… O corpo dela não era espectacular, até redondinho, mas não desproporcionado, e excitava qualquer um. As ancas dela ficavam à altura dos ombros. O peito dela era médio, para aí um 90, mas bem feito, rijo, bem redondinho. Já me tinha imaginado a mamar aqueles mamilos, mas nunca pensei vê-los assim. Ela parecia quase pudica. Mas lá estava ela, nua, a mostrar-me o grelo, quase rapado, só com um fio de pêlos que passava de cada lado.

Ou seja, o Paulo não estava sozinho e parecia que a coisa tinha sido combinada. Não sei há quanto tempo ela nos observava.

Ele mamava-me como um doido, como alguém que ansiava tanto por fazê-lo que não largava, nem por nada o meu pau. Eu passava-me e gemia um bocado mais alto. Olhei para trás, e foi aí que vi a irmã dele. Fiquei estupefacto, mas não me libertei porque instantaneamente ela piscara o olho. Percebi assim que ela não ia dizer nada. Além disso, o facto de estar nua a masturbar-se também queria dizer alguma coisa, não?

Ela sentou-se na cama, pegou no dildo, tirou o preservativo que o cobria e começou a lambê-lo, a mamá-lo enquanto continuava a masturbar-se. Ela gostava de ver o que o irmão me estava a fazer, mas nunca nos tocou. Parece-me que também gostava de ser observada enquanto se masturbava e mamava o dildo.

Eu já não aguentei mais e vim-me. Ele nunca largou o meu caralho. Naquele momento, parecia que estava enterrado mais fundo na garganta dele. Ela levantou-se, deixou o dildo cair ao pé da minha cara e foi embora. Nunca pronunciou uma palavra, mas tinha deixado aberta a porta para outras aventuras e isso deixava-me doido.

Entretanto o irmão já se estava a vestir. Disse-me que o pai deveria estar a chegar. Não me apetecia nada mexer, estava tão bem ali, nu a gozar aquele momento. Mas tive de ir gozá-lo para casa. Despedi-me com promessas de que haveríamos de recomeçar e saí.

Taurnil Lossehelin

~ por taurnillossehelin18 em Junho 20, 2007.

Uma resposta to “Eu e os meus vizinhos (parte 1)”

  1. (=^.^=)

    TENHA UM ÓTIMO FIM DE SEMANA !!!

    HOTSPOT FORTALEZA
    http://hotspotfortaleza.blogspot.com/

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