Eu e os meus vizinhos – Parte 2.1

Já não pensava no que tinha acontecido com os meus vizinhos. Tinha estado bem atarefado e com a vida às avessas. Nem me cruzava com eles nas escadas o que também ajudava.Este interregno até era estranho tendo em conta que até conversávamos bastante. Mas talvez estivessem também a tentar esquecer o que tinha acontecido. Coisa, que no fundo, não queria que acontecesse.

Desde os 17 anos que vivo sozinho e nunca me tinha acontecido isto. Por um lado, até gostava que continuasse, eles eram giros, bem feitos e moravam mesmo ali, não era preciso andar a cortejar e engatar noutros lados para as minhas curtes. Por outro, chateava-me porque poderia sempre trazer problemas.

Um dia, estava eu a acabar de tomar banho, tocam à porta. Não era à entrada do prédio era mesmo à porta de casa. Olhei pelo olho do diabo e era o pai do Paulo e da Ana, o meu vizinho. Enrolei a toalha, prendi-a bem e entreabri a porta. Ele queria saber se tinha entrado água pelo tecto da casa de banho porque tinha acabado de chegar a casa e a casa de banho dele estava inundada por causa do autoclismo que se tinha avariado e não parara de mandar água para fora.

Disse-lhe que não. Mesmo assim, pediu-me para entrar para verificar. Trazia um escadote com ele. Foi direito à casa de banho e subiu ao escadote e começou a apalpar o tecto à procura de humidade. Achei estranho foi ele vir de boxers, largos por sinal que deixavam entrever, ali junto às pernas peludas e musculadas a cabeça do mangalho.

Em cima do escadote, estava de pernas abertas, e estando por baixo dava para entrever os tomates peludos. Tinha-me pedido para lhe segurar o escadote do lado dos degraus e eu não conseguia tirar os olhos daqueles boxers que largos que eram deixavam agora ver todo o material. Em repouso, era uma verga larga e definida, não circuncizada. Os tomates pendiam bastantes, deixando pensar que a pele que os cobria devia ser larga e grande.

Entretanto, desceu e saiu, dizendo que voltaria para pintar.

No dia seguinte veio com o Paulo.

O Paulo trazia umas calças de fato de treino justas e percebia-se que não trazia cuecas pela posição em que a verga estava (bem direita deixando antever uma erecção antes mesmo de termos começado seja o que for).

O pai colocou o escadote, pouso a lata de tinta e os pincéis e disse que o Paulo iria pintar. Ele tinha de se ir embora por causa do trabalho. Por um lado senti-me aliviado, embora ficasse com pena.

O Paulo subiu ao escadote e começou a pintar o tecto. Eu segurava a lata de tinta do outro lado dos degraus. Percebi que o tesão não parava. Ele estava excitado, mas com um grau de timidez maior. Tenho a impressão que tinha ficado assim por que entretanto o pai dele tinha entrado na nossa história.

Assim, pareceu-me que teria de ser eu a provocá-lo. Aproximei-me mais do escadote a ponto de a mão que segurava o escadote ficar perto do mangalho dele. Assim, quando ele se virava para que eu despejasse tinta no pequeno recipiente que ele usava ele era obrigado a encostar-se a ela. E assim aconteceu… O certo é que uma vez encostado já não largou.

Mexia-se devagar para que eu sentisse o caralho dele apertado contra a minha mão. Pousei a lata de tinta e comas duas mãos baixei-lhe as calças. Lá estava ele. O mangalho perfeitinho, veias salientes, não circuncizado à espera que tratassem dele.

Comecei a chupá-lo devagarinho enquanto ele se ia sentando no escadote. Depois com mais pressa. Ele estava tão excitado que se veio num instante. Fiquei desapontado, porque tinha sido bem rápido. Ele ficou corado, começou uma frase que não deixei acabar. Levantou-se e continuou a pintar. Eu saí dali e fui para a sal ver tv. Assim não estava ao pé dele. Eu continuava excitado.

Passado 10 minutos tocaram à porta. Pensei que seria o pai dele a voltar, mas afinal era a irmã, com sumo e sandes para o nosso lanche. Pelo menos com ela aqui pensei que ainda poderia ter algum prazer.

A conversa estava morna. Nada de especial. Estava quase para mandar o pessoal embora quando ele começou a dizer que estava calor e tirou a t’shirt deixando ver o peito musculado e definido. Os seus abdominais era de sonho, acho que até àquele momento nunca tinha visto uns assim.

A Ana tirou também a dela, continuando apesar de tudo calada. O peito dela era realmente especial, redondinho, firme. Apetecia trincar. Com o soutien, ele atingia a perfeição de formas. Um lindo wonderbra negro, que lhe devia ter custado os olhos da cara, mas que lhe realçava a tez branca da pele.

Segui o meu instinto e tirei também a minha. Começamos a falar do meu tema favorito… barrigas proeminentes, estilo a minha. Odiava isso… mas neste momento permitia-me que o Paulo, sem pudor claro, me acariciasse a barriga enquanto ia tecendo as considerações dele sobre barrigas peludas. Dizia ele que era como tocar veludo e vai de acariciar mais uma vez. Nisto, eu ia ficando excitado e os meus calções já dificilmente escondiam o realçar da verga.

Justificando-se por ficar mais à vontade, tirou as calças e sentou-se mesmo ao meu lado, bem colado, colocando a mão direita por cima da minha barriga. Continuava a acariciar-me. A Ana tinha-se levantado para escolher um disco. Optou por The Cure, paixão comum.

As mãos do Paulo aproximavam-se cada vez mais da minha verga. As carícias dele, cada vez mais insistentes, passavam agora também pelo meu peito fazendo-me estremecer. Delicadamente, agarrou na minha mão e colocou-a em cima da barriga dele, dizendo-me que também gostava disso e que eu sabia-o. De facto, eu estava petrificado. Não sei se por saber a irmã dele ali (da primeira vez só me apercebi dela já era bem tarde), mas estava mais tímido e reservado. Comecei, então, também a acariciar-lhe o peito e a barriga, descendo até às virilhas, mas nunca lhe tocando o membro.

A Ana observava-nos, calada, esperando com certeza pela melhor altura para intervir. Eu entretanto tinha também retirado os calções, ficando de boxers justos, como gosto.

Continua…

Taurnil Lossehelin

~ por taurnillossehelin18 em Setembro 17, 2007.

2 Respostas to “Eu e os meus vizinhos – Parte 2.1”

  1. Antes de mais, obrigado pela tua visita. Fiquei surpreso por saber que o meu blog consta nos teus favoritos.
    Quanto ao post, fiquei sem entender se ela é Ana ou Sandra, como a certa altura te referes a ela…
    Parabéns pelo blog, adorei tambémo grafismo.

  2. Tem toda a razão caro noivo. E é verdade, gosto do teu blog.
    Um abraço

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