“Festa surpresa”
Como já disse algumas vezes, gosto de andar nu pela casa ou só em boxers nos dias mais frios… não vá constipar-me. E num desses dias, a minha noiva vinha ter comigo. Tinha dormido pouco nas últimas noites, apetecia uma sesta… e enquanto esperava, ajeitei-me no sofá, pus música, som baixinho, só para o ambiente e deixei-me ir. Morfeu estava tão convidativo que não resisti muito tempo. De qualquer modo, ela tem a chave. Adormeci rápido, perdido nos sonhos.
Sonhava com orgias. Há tanto tempo que ela me prometia uma, que traria uma amiga a quem já tinha falado dos meus dotes de bom amante… sonhava com duas bocas, dois clitóris juntinhos para lamber, para penetrar. Adorava que me lambessem os tomates enquanto fodia a minha noiva. Que me lambesses o rabo, ali entre o saco e o ânus. Gostava de experimentar um dildo também, ser enrabado por ela com um strap-on. Sei lá uma fantasia. Nunca me achei gay, mas sempre gostei que me fizessem isso. Ela não sabia. Desejos recalcados.
Sonhava com isso e sentia-me ficar húmido, sentia uma língua e outra passando pelo meu caralho. Sonho tão intenso, nunca me tinha acontecido. Abro os olhos e vejo que tinha afinal realmente duas bocas a ocuparem-se de mim. Fiquei pasmado… era ela, a minha noiva, e um amigo dela. Não sabia como reagir, o que dizer. Não era propriamente o que estava à espera.
Não tive tempo de reagir. Ela agarrou no meu pau duro e apontou-o para a boca do Miguel e ele não se fez rogado e eu também não. Não tinha tido ainda experiência de ser mamado por um homem e é bem diferente. Enquanto isso, ela subiu, colocou as pernas no sofá e ofereceu-me o clitóris. Estava radiante. Ela estava excitadíssima, bem húmida. Penetrei-a com um dedo, dois e ela gritou de prazer.
Como boa amante, ela comandava. Passado um bocado disse que me queria mamar, lambeu fervorosamente o meu pau ao meu tempo que o Miguel e depois levantou o amigo e colocou o pau dele à altura da minha boca. Queria ver-me mamar um caralho, queria ver um gajo a foder-me a boca. Ainda recuei um pouco, mas as mãos dela e dele não me deixaram escapar. Abocanhei-o, senti-lhe a precum a cair-me na garganta, o vai e vem dos rins dele e comecei a gostar. Era maravilhoso como experiência, agarrei a verga e comecei a comandar a mamada. Ela, cada vez mais excitada, baixou-se e começou a mamar-me como ainda não o tinha feito, como se tivesse guardado segredos para este dia.
Sem saber porquê, eu salivava… saliva escorria pelos cantos da minha boca, acho que ajudada pela precum do Miguel. Raios o que ele molhava!!
Mais uma vez ela queria comandar as hostes. Levantámo-nos. Retirou da mala dela um creme e depois de lamber o rabo do Miguel, começou a espalhá-lo, a enfiar um dedo, dois enquanto eu olhava. ele gemia, ela gemia… nunca a tinha visto tão excitada. Disse-me para eu me sentar. Assim fiz. Colocou-se de joelhos, começou a lamber-me os tomates, o ânus, deixando-e doido. Quem escorria precum agora era eu. Pôs-me um preservativo com a boca, outro atributo que desconhecia, e ajudou o Miguel a sentar-se em cima de mim. Agarrando na minha verga, foi devagarinho enfiando-a no rabo dele, ao mesmo tempo que o lambia e a minha base também. Estava doido de tesão, tão excitado que nem sei como me não me vim naquele momento.
Lá estava ele a cavalgar em cima de mim, enquanto ela tinha passado da base, para o caralho dele, xupando-o vagarosamente, à cadência dos vai e vens dele em cima do meu colo. Quando o sentiu bem duro suponho, sentou-se ela também. Num ritmo comum, fomos subindo os degraus do prazer.
O ritmo associava-se à respiração, aos gemidos, à música. Tudo parecia porvir da cadência. Estava excitado, ao rubro, ao pensar que a minha noiva estava a ser comida por outro, por um amigo comum. Mas ela não estava ainda satisfeita. Queria mais, muito mais. Queria que o outro orifício sentisse o pau do Miguel e reservava-me uma surpresa. De pé, todos novamente, eu e o Miguel masturbavamo-nos mutuamente, com um à-vontade que me surpreendia até a mim próprio. Isto nunca tinha passado de ideias, de fantasias, e estava agora a realizar algumas, com o consentimento, aliás, orquestrado pela minha noiva. Confesso que ainda não sei como aguentei tanto tempo. Molhava as minhas mãos, as dele…
Ela pediu-me para eu me virar de costas e me colocar à cão. Assim fiz, na esperança que ela me fosse novamente lamber o rabo. Aquilo sabia extraordinariamente bem. Demorei tanto tempo a saborear estes prazeres como deve ser. E realmente aconteceu. Senti uma língua a passar, devagar, a lamber, a molhar. Mas percebi que não era a dela. Era ele! Ele é que me estava a lamber!
Enquanto isso, ela foi vestindo um strap-on, sem eu me aperceber. Senti algo a querer penetrar-me, duro, quente. Ela proibia que olhasse sequer. Pensei então que era ele, que ela queria que ele me fodesse e ela a ver. Quando estava bem dentro, percebi que não, senti os seios dela nas minhas costas e vi-o a oferecer-me o mangalho dele para xupar. Estava tão excitado por saber que a minha noiva me estava a penetrar que nem recuei perante esse convite. Mamei-o, como nunca pensei que soubesse fazê-lo. Até uma altura em que ele, agarrando na minha cabeça me enfiou o pau dele todo na boca. Senti-a os tomates dele no meu queixo, a ponta da verga no fundo da minha garganta e o ritmo da minha noiva a enrabar-me. Estava no céu? Quase porque sentia-me sem ar.
Depois disso, virou-se e ofereceu-me o rabo dele. Retribuí-lhe o botão de rosa com fervor, do melhor que sabia fazer. E ele gostava, gemia… eu gemia… ela gemia.
Trocámos novamente de posição. O Miguel ofereceu a verga ao ânus da minha noiva e eu continuei a oferecer-lhe o meu.
E em jeito de comboio, fomos ritmando a cadência para tudo dar certo. Passado um pouco, ela queria novamente o meu, e trocámos. Passei eu a sentir o dele e ela o meu.
Até que disse que não ia aguentar muito mais. Que estava já a ser doloroso aguentar a descarga. Sentei-me novamente no sofá. Ela começou devagarinho a mamar-me. O Miguel agora sentia-se abandonado. Não fazia parte daquela intimidade? Engano. Ela fez-lhe sinal. Queria mamar-me, mas ao mesmo tempo que ele me enrabasse. E assim fez. Sentou-se, virei-me de lado. Com uma mão ela masturbava-me enquanto me lambia e a outra massajava o clitóris. Veio-se em gritos. E eu também! O Miguel demorou mais um pouco, vindo-se para a minha coxa.
Deitámo-nos juntinhos. Deixámo-nos ficar o resto daquela tarde assim. os Três, no sofá, agarrados, exaustos.
Tinha tido uma festa surpresa, a realização louca de uma fantasia. A minha noiva e o Miguel que tinham tratado de mim, me tinham feito feliz.
Taurnil Lossehelin (Foto da net)
E uma proposta, espero eu, realizada. Um abraço







Olá…obrigado pela visita lá ao nosso “bairro”.
Dás umas festas e Pêras lololo…
Vou voltar, para ver isto á lupa pk adorei o teu blog.
Sim senhor…estou a ver que não sou o único a andar cheio de fantasias, lol. Parabéns pelo texto, um bocado diferente daqueles que costumas escrever mas ainda mais excitante (na minha opinião, claro).
adorei
algumas já deixaram de ser fantaias minhas para passarem a ser prazeres reais
mais um excelente texto!
Mas que bela festa, huummm
Fantástico!
Obrigado a todos pela paciência, mas estive fora. A ver se começo a ser mais regular. Um abraço a todos.
adorei os contos, maravilha…
so viados…
seu guey e viadão vira homem pau no rabo
Há muitos homens por aí que se fazem homofóbicos (inclusive até alguns já casados e com filhos), mas que na verdade quando se vai ver… não querem outra coisa. A homofobia hoje em dia não faz qualquer sentido. Eu aliás tenho uma grande impressão que há mais homossexuais e bissexuais do que vulgarmente as pessoas pensam. Inclusive já vi muitos homens com comportamentos suspeitos nesse sentido. Não digo que são gays ou bissexuais, mas dão que pensar… Para mim é uma coisa completamente natural. O mais importante é sermos felizes, amando-nos uns aos outros. A vida é prá ser vivida com prazer e amor, e não com a guerra e ódio. Até mesmo muitas espécies de animais praticam a homossexualidade e a bissexualidade. Porquê teriámos de ser diferentes? Não, eles não são inferiores a nós. Nós é que nos fazemos mais inferiores do que eles. Aliás temos muito que aprender com os animais. Agora comentários homofóbicos como alguns que já vi aqui e em outros websites, me dão nojo, sinceramente. A vergonha não está naquilo que se vê, mas na cabeça de quem vê o que vê…