Férias…
Como meio mundo, fui de férias. E como estava farto de conduzir por este país fora, resolvi usar o comboio.
Viajar de comboio (e não falo do Alpha) permite-nos ver aquilo que um condutor nunca vê… os locais por onde vai passando, as belas paisagens deste país. Mochila às costas, tenda e material básico e lá fui eu. O primeiro destino foi o gerês. Nas férias gosto de estar em sítios sossegados, sem grande gente, em parques onde não ouvimos gritos durante o dia e ouvimos a natureza à noite.
Saí e ainda tive de andar bastante. tentei uma boleia, mas hoje em dia está difícil. As notícias deixam todos desconfiados, fugindo a sete pés do desconhecido. Mesmo carrinhas cheias de gajos que deviam vir de uma obra qualquer não parou, deixou-me especado e ainda gozou. Enfim, vemos de tudo…
Cheguei finalmente, apressando o passo já que apesar dos dias compridos, a noite acaba sempre por chegar.
Montei a tenda e exausto acabei por adormecer, assim, tal como estava, com fome, sujo e suado.
Era quase meia noite quando despertei. A barriga roncava tão alto que pensei que ia acordar os poucos campistas. Saí da tenda, fiz uma sandes e bebi a última cerveja que me restava. Reparei que o bar ainda estava aberto e fui até lá. apetecia-me mais uma. Agarrei nos cigarros, sentei-me na esplanada. Estava uma noite fantástica. Fresca que chegue para retemperar o corpo. Pedi uma imperial, uma tosta mista e quando dei por mim já ia na segunda cerveja.
Um casal saíu de dentro, sentou-se fora também. Meteram conversa. Eram espanhóis, galegos para ser mais preciso. Simpáticos, bem parecidos. Ele de tronco nú, mostrando seu peito peludo que me deixou bem teso. Os meus calções não disfarçavam a erecção. De onde estava, ele tinha uma bela vista sobre mim, as minhas pernas, o meu enchumaço… piscou-me o olho e eu corei.
Balbuciei a despedida, desculpando-me que ainda tinha de tomar banho. ao sair dei por mim a pensar porque raio tinha dito que ia tomar banho. Precisava de me justificar? Claro que não, foi o meu cérebro que me pregou uma partida. Aquele piscar de olho, o gajo, o desejo…
Fui à tenda, agarrei nas minhas coisinhas, noutros calções e fui para o duche. Eram cabines individuais. Aqueles chuveiros colectivos estão a sair de moda infelizmente. Levei tempo: barbeei-me, despi-me devagar. Nem sei bem porquê… enfim, no fundo até sei… pensei que ele viesse, mas não. Nada. acho que já tinha passado mais de meia hora e nada, sozinho nos balneários. Fui para o duche então. Aquela água quente no corpo estava a saber-me bem. A amolecer-me, pronto para voltar a dormir, até de manhã.
Limpei-me e saí nú. Estando sozinho para que vestir? Podia fazê-lo com mais espaço lá fora.
Ia gritando de espanto. frente à porta lá estava ele, à espera. Tronco nú, calças desapertadas, deixando ver a verga. Estava murcho ainda, mas eu, mal vi fiquei logo teso. Raio que o parta para este sentimento de desejo, de procurar saciar aquilo que raramente posso fazer.
Mandou-me aproximar. Agarrou na minha mão e levou-a até ao tronco, descendo devagarinho até ao caralho que começou a crescer ali na minha mão. Larguei as minhas coisas para ter as duas mãos livres. Comecei a lamber-lhe o pescoço, e devagarinho cheguei ao peito ao umbigo à verga que nessa altura já estava bem tesa. Tinha uns bons 20 cm e grossa. Comecei a lamber a cabecinha, desci para os tomates e ele abriu as pernas. Estava a oferecer-me o cú. Virou-se para eu o lamber melhor, lubrifiquei-o até não poder mais. Levantei-me e ele baixou-se. Começou a mamar-me como ainda não tinha sentido. aquela língua e boca fazendo movimentos diferentes estavam a deixar-me louco. Ainda com a boca, colocou-me um preservativo. Levantou-se, um joelho no lavatório e ofereceu-me o rabo. Não me fiz rogado, claro.
Os movimentos iam variando… rápido, devagar… até que estava quase a vir-me. Disse-lhe e ele pediu para tirar queria acabar de outra maneira. Baixou-se, tirou o preservativo e começou a lamber-me ao mesmo tempo que me batia uma. Vim-me no peito dele pouco depois, não aguentava mais.
Deitou-se no chão e continuando a lamber-me os tomates veio-se e com as mãos começou a espelhar as esporras no tronco, levando os dedos à boca.
Confesso que nunca pensei que ele fosse passivo. O ar dominador de início e o tamanho da verga. Gostava d a ter experimentado também, apesar de não ser o meu frote. Mas aqueles tamanhos não se vêem todos os dias.
Voltei para o duche e percebi que ele também, mas quando voltei a sair já ele tinha ido embora.
Continua…
Taurnil Lossehelin
(Foto da net)



Então Boas Férias!
para quando a continuação?…