Férias #2

Deitei-me, sossegado, a descansar. Estava absorto pelo que tinha contecido, sinceramente satisfeito. Sentia-me muito bem. Nunca pensei que isto me poderia acontecer num lugar destes.
Não sei bem que horas eram, estava escuro ainda. Senti um puxão. Alguém me empurro meio fora da tenda e de repente senti um corpo por cima da minha cara. Era um rabo… não uma cona. Ouço dizer “lambe”… “chupaste o meu marido agora quero sentir tua língua também”.
Tentei debater-me mas tinha alguém sentado em cima da minha barriga, segurando os meus braços. Devia ser ele. Os tomates tocavam-me perto do umbigo e sentia-o masturbar-se. O rabo dele estava junto ao meu pau.
Obedeci, claro. Comecei a fazer-lhe um minete e ela mexia-se, contorcia-se como uma cadela com cio, deixando-me cada vez mais excitado. Sentir aquelas bolas bater na minha barriga também me deixavam bem húmido.
Lambia como podia, não era fácil porque ela mexia-se muito. Tentei enfiar a língua e ela parou, deixou-se fazer. Gemia tanto que toda a redondeza devia ouvir.

Entretanto eu escorria pre-cum e sentia a dele a cair-me no corpo. Levantou-se ligeiramente e pegando na minha verga enfiou-a no rabo de uma só vez. Doeu, gritei e ela berrava-lhe para me fazer gritar mais. Devia pagar o facto de ter brincado com ele sem ela estar presente.
Passado um bocado, a tipa quis experimentar o caralho que tinha feito as delícias do marido. Sentou-se em cima dele, enfiando-o na cona. Entretanto, o gajo chega-se a mim para que eu o mame.
Confesso que estava no céu. Estava literalmente a foder com um casal, à força certo, mas adorava o gajo e ela parecia bem quente.
Ela não parava de gritar, de nos chamar nomes. Até que resolveu que o marido é que tinha de ser castigado. Madnou-o colocar-se à canzana e disse-me para o foder com força na boca. Queria que ele bebesse o meu leite todo à frente dela. Não me fiz de rogado. Ela por trás de mim é que controlava os movimentos: rápidos, enfiando bem fundo. Segurava-lhe a cabeça para ele não fugir.
Nisto, apanha de lado um strap-on, chega-se atrás dele e penetra-o com força. Aquilo era enorme. Ele bem quis gritar, mas não podia com o meu pau na boca. Confesso que tive medo de lho tirar… podia quere castigar-me a mim e ele parecia submisso a todas as suas vontades.
Vim-me pouco depois. O gajo engoliu tudo, não saiu nada. Fiquei impressionado. E não me largava a verga.
Vira-se e ela continua a fodê-lo enquanto se masturbava. Veio-se rapidamente e ela também. Percebi, quando o tirou, que tinha um mais pequeno que enfiava na pachacha dela.
Foram embora sem se vestir, sem dizer nada. Recolhi à tenda, deixei-me estar como estava. Bem cansado.
Acordei já o sol ia alto. Fui ao bar mas eles não estavam. Ainda fui aguentando para ver se apareciam, mas nada e eu tinha de continuar, caso contrário nunca chegaria a destino.
Taurnil Lossehelin
(Foto da net)


k espetaculo…
tb quero…
grato pela visita