Irmãos (1ª contribuição)

Tenho-me dedicado às tecnologias. Comprei um PC todo X.P.T.O e criei um perfil e um msn. Tem-me preenchido as noites solitárias.

Conheci um rapaz do norte com quem tenho fantasiado. escrevemos com cada coisa no teclado… nem calculam. Ele tem um irmão todo bom e piçudo… quem nos dera!!

Fantasiamos sempre com ele. Está lá sempre!

Um dia destes recebi um e-mail de um gajo chateado porque aparecia em conversas menos próprias e que ele não estava para aquilo, que não fazia o género dele. Enquanto estava a ler, apercebi-me que o tom ia mudando, que até nem se importava de experimentar uma das fantasias que tinha lido. Percebi logo quem era. Fiquei tesudo que nem imaginam. Nunca pensei que estaria a ler aquilo.

Respondi-lhe perguntando-lhe se alinhava então ou se era só conversa. Uns minutos depois tinha a resposta. estava em linha, perguntava se podia adicioná-lo. Conversámos longamente e decidimos fazer uma surpresa ao rapazolas que fantasiava comigo sobre o seu irmão.

O João, aquele com quem falei inicialmente, nem sabia de nada. Consegui finalmente convencê-lo a tomar um café comigo e lá fui eu de viagem novamente. Fomos a uma esplanada bem refundida, onde não estava ninguém. Nem o taxista sabia muito bem onde aquilo ficava.

Estavamos a conversar quando chegou um gajo mascarado, arma em punho a obrigar-nos a entrar num carro. Fiquei ado lado do condutor, o João no pensura e ele atrás. Enfiou uma carapuça na cabeça do João e disse-me para arrancar.

Levou-nos a uma casa que parecia abandonada. Entrámos, agarrou no João e acorrentou-o à cama que ali estava., deixando-o só de cuecas.  Parecia ser o antro de prazeres desse gajo. Dildos por todo o lado de feitios e tamanhos diferentes, utensílios vários, velas acesas por todo o lado.

Disse-me para lhe tirar a máscara e  ficar nu. Pistola apontada, não ia dizer que não, claro. Estava constantemente a falar em castigos.

Passou por trás  e passou a pistola pelo corpo do João, como se fossem carícias. O João mesmo com medo começou a ficar com tesão. Via-se perfeitamente e só me apetecia chupá-lo, mas não ousava fazer nada. Esperava pelas ordens. Não era eu que tinha uma pistola em punho.

O mascarado pediu-me um frasco que estava ali perto. Poppers dizia… deu a cheirar ao João, lambuzou-lhe o rabo e começou a passar o cano da pistola pelo rabo, delicadamente a fodê-lo com ela. O João gemia, não de dor, mas de prazer.

Pediu-me finalmente para agir. Queria que eu o chupasse enquanto fodia o João com a pistola. Claro que não me neguei. Ele tinha um pau descomunal, bem feito, veias salientes e não circuncizado. Um sonho de caralho! Mas não se despiu todo, puxou as calças ligeiramente para baixo apenas. Lambi-o, mamei-o e reparei que estava quase a vir-se pois molhava bastante. Precum que já escorria pelo canto da boca. Disse-me para parar, não engolir, para dar de beber ao João. Pistola lubrificada apontada, assim fiz.

Depois disse ao João para me chupar. E que bem chupava ele. Uma boca fenomenal. Consegui-a metê-lo todo…

Castigo… Putas…  Era só o que ele dizia… e o João parecia excitar-se ainda mais.Ele estava ao rubro. Sem ninguém lhe mexer no caralho, aquilo era um fio de precum pegado. Disse-me para limpar. O lençol não se devia sujar com esperma de puta. Obrigou-me a deitar de barriga para cima, boca por baixo do caralho do João com ordens expressas para lamber, chupar, nada de líquidos no lençol.

Relutante, com medo, mas igualmente cheio de tesão ia obedecendo às ordens todas. Não sabia como ia acabar. Isso é que me assustava mais.

Chegou-se ao meu rabo, acho que pousou a arma pela primeira vez. Mas aquilo que ele ia fazer é bom demais para reagir de outra maneira. Levantei e abri bem as pernas para auxiliar o caminho da língua e assim foi. Que belo botão de rosa… e chupava-me também. Com fulgor, sensualidade, carinho, agressividade. Bom demais para ser verdade. Senti depois a verga dele a entrar, devagar, lentamente e depois rispidamente, lentamente, rispidamente… veio-se no meu peito. Em suor…

Desatou o João e obrigou-o a lamber tudo. Não podia ficar nada. Nisto, via-se perfeitamente que o caralho dele ainda estava teso… chega-o à minha boca e pede-me para o abocanhar, torná-lo rijo outra vez quem nem pedra para tratar do João. Mesmo sem arma não me fiz rogado. Aquele momento anterior tinha-me dado confiança. Queria brincar, então brinquêmos.

Voltou a atar o João. Desta vez deitado. Agarrou numa vela e começou a deitar-lhe cera em cima. Ele gritava, não sei se de prazer ou de dor, mas parecia estar a gostar. O mascarado perguntava-lhe se estava a gostar do castigo, se queira mais e o João berrava que sim, que queria mais, queria a verga dele.

Mas o mascarado não lha queria dar. Disse-me para lhe lamber bem o rabo, lhe chupar a piça enquanto ele observava. Para foder o João quase até me vir. Assim fiz. Apetecia-me tanto que parecia sofrer de ejaculação precoce. Tirei a verga, aproximei-a da boca do João e mandei-o chupar até me vir, que tinha de ficar tudo lá dentro, que tinha sede e tinha de beber… disse coisas que nunca pensei saber ou poder dizer.

Estava exausto e deitei-me no chão. Mas o mascarado queria mais. Mandou-me chupar o João novamente. Queria que ele se viesse  e que não podia largar a verga dele nem por nada. Por mais que o João não quisesse ou se debatesse para fugir ao que ia acntecer.

Assim fiz. Abocanhei a piça do João enquanto espreitava para o mascarado. Este começou a despir-se, finalmente. Tirou as calças, a camisa as meias e a máscara. O João gritou… era o irmão dele.

“Gostas não gostas meu cabrão. Pensavas que não dava por isso su puta. Pois aqui está. e agora vou mostrar-te o que é o teu irmão foder-te. Vais lembrar-te disso o resto da tua vida.”

Mudei de posição. Levantou-lhe as pernas e sem lubrificar enfiou-lhe a piça toda de uma vez, com força. Fodia-o com toda a força possível enquanto lhe dava palmadas no rabo. Eu já estava teso outra vez. Pronto para me vir novamente.

Sem largar o caralho do João, ia vendo o do Sérgio a foder, com vontade de dar umas lambidelas, mas respeitando as ordens. O João gritava de prazer. Doido por finalmente ser fodido pelo irmão.

Ao fim duns minuytos sacou-a, toda húmida e levou-a à boca do João. Meteu-a toda lá dentro. Queria mais e mais… eu ia enfiando dedos no buraco que tinha ficado vazio, sentindo aos poucos o leite dele a vir e a entrar de rompante na minha boca. Não fugi. Ali fiquei levando com tudo. Lambendo um pouco o rabo depois… virando-me para lhe enfiar a minha. E assim fiz. Fodi-o novamente até me vir em cima da piça dele. O Sérgio observava mas já não soltava gritos. Apenas gemidos de prazer.

Lambi a minha esporradela… e veio-se o Sérgio. Na boca do João que não deixou escorrer nem uma gota. Desatou-o e ficámos ali deitados os três, abraçados.

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Gostaram? História pedida por um leitor do blog. Espero que ele também fique satisfeito. Dá-nos a conhecer as tuas sensações ao ler.

Taurnil Lossehelin

(Foto da net)

~ por taurnillossehelin18 em Julho 24, 2009.

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