Cabeleireiro

Bem, sou humano como todos… e como tal, por vezes tenho de ir cortar o cabelo. reparei que tinha aberto uma barbearia perto de minha casa. Negócio caseiro, não há dinheiro actualmente para abrir grandes salões. É preciso arranjar clientela primeiro disse o Diogo.

Conversa de cabeleireiro, claro. Nunca sabem estar calados, e serve um pouco de psicólogo.

Tinha tirado o curso há pouco tempo. Rapaz novo, não tem mais de 25 anos. Fiquei apreensivo com a revelação. Estava a entregar o meu cabelo (e cabeça) a um maçarico. Sabe-se lá o que podia acontecer. Chatice. Se soubesse antes, pensei eu, não teria entrado.

“Cabelo curto dos lados, geralmente pente dois e à tesoura em cima, mas curto também”. Tentei explicar-lhe ao máximo como queria o cabelo. Acho que ele reparou que eu estava nervoso. Disse para me acalmar, que apesar de tirar o curso há pouco tempo tinha muita experiência. O curso tinha sido um proforma para poder abrir negócio próprio e sair de casa dos pais. Barbeiro de profissão, tinha trabalhado na barbearia do pai uns anos.

Fui-me deixando levar pela conversa, olhando um pouco à minha volta. Sala modesta, via-se que era alguém com algumas dificuldades a tentar safar-se na vida. Comecei a simpatizar com o Diogo. Era giro também, magro, mas bem feito, com tudo no sítio e um enchumaço nas calças que não enganava ninguém. Acho que ele também me achava atraente.

Progressivamente foi aproximando-se cada vez mais dos meus ombros, da mão que estava apoiada nos braços da cadeira… roçando aquele enchumaço para que sentisse o quão duro estava.

Não pude resistir e entrei naquele jogo. Deixei-me levar. Comecei a entrar no jogo. A aproximar o meu corpo do dele sempre que ele vinha para os lados. Confesso que comecei também a ficar de pau duro. Cheio de tesão. A sentir os boxers húmidos.

Ele insistia, continuava o jogo. Não parava de cortar o cabelo, sempre com ar sério, muito profissional. E eu continuava a seguir o jogo, a roçar-me nele.

Estava a ficar cada vez mais quente. Ele já nem se esforçava para disfarçar. Alçou a perna e colocou-se por cima da minha, movendo-se num vai e vem ao mesmo tempo que continuava sério, com ar profissional a cortar-me o cabelo.

Aquele ar sério começava a tirar-me  a mim do sério. eu estava doido de tesão, sentindo agora aquele rabo a roçar no meu pau. Quase que me vim.

Acabou de cortar o cabelo, foi buscar o espelho e começou a mostrar-me o corte. Comecei a pensar se ficaríamos por ali. Sem nada mais a não ser o roçar dos corpos.

Perguntou-me se queria lavar o cabelo. Disse-lhe que preferia porque ia trabalhar a seguir. Disse-me para despir a camisa para ele sacudir os cabelos. Assim fiz, e assim fez ele. Adiando sempre.

Sentei-me na rampa de lavagem, lavou-me suavemente o cabelo, quase massajando. Deixando-me novamente louco de tesão.

Rodou depois a cadeira para o lado para me secar o cabelo. Continuava quase deitado naquela cadeira e para minha surpresa sinto o caralho dele a passar por cima da minha cabeça, a cadeira balouça mais para trás e tenho-o junto da minha boca. Ele tinha despido as calças e as cuecas. Estavam no fundo das pernas, e tinha agora o pau dele na minha boca. Não era muito grande, mas grosso q.b.. Dava muito prazer. Era o que interessava. Reparei também que ele era bastante peludo à volta do pénis.

Começa a foder-me a boca. Num vai e vem que não conseguia controlar.  As minhas mãoes estavam ocupadas a libertar o meu, a masturbar-me. Ele enfiava tudo o que podia, sentia os tomates dele junto ao meu nariz, quase não me deixando respirar. Ele molhava muito, como eu. Tanto que me escorria pelos lados. Mudou de posição. Começou a lamber a pre-cum dele e progressivamente baixou-se até chegar ao meu caralho. Começou a mamá-lo, mas não era propriamente o que o interessava. Começou a lamber-me o rabo, a enfiar um dedo e depois dois. Doía… Saca de um creme que ali tinha (acho que after-shave), besunta-me e enfia três. Gemi de dor e de prazer em simultâneo.

Sem tempo para respirar, já tinha o pau dele dentro do meu rabo. Ele estava tão sedento quanto eu. Notava-se que esperava algo do género há muito tempo. Comia-me o rabo com força, com garra. Chamava-me nomes, mas não me importava. Faz-me sinal para me virar e não esperei que ele repetisse. De joelhos apoiados na cadeira, deixei que ele me fodesse.

Eu estava em êxtase. Raramente fui assim tão passivo, mas soube mesmo bem.

Quando estava para se vir, sacou do mastro, veio até à minha cara e mal tirou o preservativo levei com a esporra na cara. Abre-me a boca com os dedos e enfia o caralho dele, fodendo-ma até ficar mole.

Mas mais uma vez não me deixou sequer respirar. Vira-me de barriga para cima, sentado na cadeira e sem apelo nem agravo senta-se em cima de mim. Num frenesim como ainda não tinha visto venho-me para as nádegas dele. Deixando o leite a escorrer pelas pernas.

Não é preciso dizer que terei de lá voltar. O corte ficou um pouco diferente do que estava habituado, mas enfim. Não nos podemos queixar quando temos serviço completo.

Taurnillossehelin

(Imagem da net, pesquisa google)

 

 

~ por taurnillossehelin18 em Janeiro 4, 2011.

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