resultado

•Junho 30, 2008 • 4 Comentários

depois das participações e de eu ter desaparecido uns tempitos, aqui vêm os resultados. Não foram muitas participações… mas pronto, é o que dá também não actualizar tantas vezes. Obrigado e um grande abraço

glande: cabeça, morango (o tal esquecido), cabeçorra
pénis: verga, mastro, pau, verga, amigão, anaconda, bacamarte, alegria das meninas, ele, instrumento caralho, pila, pilinha, picha, bastão, berbequim do amor, barrote, caralhinho, caralhão, zezinho, pauzinho, mangalho, pirilau, piça, piço, docinho, biloca, piloca, pinto, ganso, narso, chouriço, linguiça, documento, consolo, falo, gaita, pífaro, flauta lisa, salame, dick, cock, pula (caralho em romeno).
testículos: tomates, saco, colhões, bolas, ovos

cu: cu, rabo, buraco…
esperma: esperma, leite, leitinho, esporra, porra
sexo oral: mamada, broche
sexo anal: enrabar, foder, ir ao cu
69 é 69…
lamber o rabo: botão de rosa…

posições: missionário, cazana (não vieram mais)

para ela: lugar da minha língua, ela, pachacha, pachachinha, big mac, narsa, biscoito, borboleta, pito, gina, crica, broa, buraco negro, baú da felicidade, aliança, passarica, almofadinha, melões, abrigo, aeroporto, afoga-ganso, afia-lápis, vulva, periquita, Buraquinho, gruta, grelo, racha, carochinha, nêspera, cona, coninha, conazona, docinha, flor, pardal, pardaloca, rata, boceta, perereca, xuxu, xoxota, pussy, cunt

Desafio

•Maio 26, 2008 • 9 Comentários

Olá a todos, vamos dar asas à imaginação e ao conhecimento em língua. vamos tentar criar um léxico do sexo. A cada palavra sua correspondência em vários outros termos, sejam eles partes do corpo ou posições sexuais. Estão livres de adicionar nos comentários. Depois virá o resultado final. Aqui vai um cheirinho. Espero pelas vossas contribuições.
glande: cabeça…
pénis: verga, mastro, pau, caralho…
testículos: tomates, saco…
cu: cu, rabo, buraco…
esperma: esperma, leite, leitinho…
sexo oral: mamada, broxe…
sexo anal: enrabar, foder, ir ao cu…
69 é 69…
lamber o rabo: botão de rosa…

posições: missionário, cãzana…

fantasia aos quadradinhos

•Maio 13, 2008 • 5 Comentários

Taurnil Lossehelin (encontrado na net)

O espelho_3

•Maio 7, 2008 • 1 Comentário

Ficou ali, à porta, ao espelho, não entrou na casa-de-banho. A voz dele soava e ecoava: “Vem, vem, verás…”

E eu debaixo do chuveiro, àgua fria escorrendo-me pelo corpo, sem acalmar a excitação, ouvia e pensava “Vem, vem, verás…”

Acabei por ir, por me deixar envolver por aquela voz fantástica. Deitou-me numa cama, tipo camarata que não tinha visto antes. Retirou um pequeno caixote de debaixo da cama onde procurou um creme. Pensei que queria usá-lo e quis levantar-me, mas com um gesto descansou-me. Um dedo frente aos lábios, uma mão na cabeça, e senti-me calmo como acho que nunca tinha estado na vida.

Deitou creme nas mãos e começou a massajar-me. As mãos dele deslizavam de forma feérica. Os meus ombros, geralmente tensos ficaram relaxados, as minhas costas igualmente. Desceu aos poucos, muito lentamente, até às nádegas. Aí demorou-se, sentia mãos e língua a massajarem-me, mordiscando-me.

Colocou uma mão entre as minhas pernas e começou a brincar com os meus testículos. Abri as pernas para elee estar mais à vontade. Puxou-me a verga para trás e massajando foi passando das mãos à língua, à boca.

Levantou-me ligeiramente na zona da anca e entre caralho, tomates e rabo, a língua dele ia fazendo as minhas delícias, puro prazer, puro paraíso.

Nunca me tinha sentido assim, tão confiante com alguém, principalmente para fazer algo que nunca tinha acontecido antes e cuja primeira experiência tinha sido má. Mas fiquei, não me mexi. Abri todos os sentidos e deixei-me levar por eles.

Enquanto me mamava e me lambia os tomates, comecei a sentir algo entrar no meu rabo. Percebi que devia estar a usar um dildo para ajudar a sua própria penetração. E fiquei ao rubro. Ele mamava cada vez com mais vigor enquanto me fodia com o vibrador. E não aguentei mais, vim-me, deitei forma o meu leite como nunca tinha deitado. Estava quase com convulsões enquanto ele, não deixando nada se escapar da boca dele, continuava a enfiar o dildo.

Passado uns segundos, ajudou-me a virar. E de frente para ele, olho nos olhos, entreguei-me com paixão. E sempre olhando-nos nos olhos, retirou o pau dele e ofereceu-me a cabeça ruiva a chupar, a lamber. Veio-se pouco depois, ficando com a cara coberta do seu leite que ele se apressou a limpar com a língua, beijando-me também fervorosamente.

Ficámos uns minutos deitados naquela estreita cama, bem colados, pele contra pele, sentidos contra sentidos… e adormeci exausto.

Acordei já era de noite. Hoje não tinha ido trabalhar e ninguém parece se ter importado com isso, ninguém perguntou, ninguém telefonou, como se o tempo tivesse parado e ainda não tivesse amanhecido. Pensaria que não passara de um sonho, não estivesse do lado de lá do espelho, deitado na cama tipo camarata, caixote pequeno aos seus pés, cuidadosamente arrumado. Voltei a empurrá-lo para debaixo da cama.

Levantei-me e olhei para a janela. Agora apenas se via a luz da iluminação pública. Nada de raios de sol e de anjos. Aliás, estava sozinho. Entrei na casa-de-banho, puxei pelo espelho para o fechar e deitei-me. Sonhando com o sonho de tarde de verão, com o espelho, com o meu anjo.

Taurnil Lossehelin

(Foto da net: Ben Dodge licked by the pizzaman)

O espelho_2

•Maio 2, 2008 • Deixe um comentário

Fiquei parado junto à porta, sem saber que fazer.  A visão daquele rapaz deixava-me doido. Bonito, corpo definido sem ser demasiado musculado; sem pêlos (apesar de até gostar), os mamilos bem vincados, ruivo (ai!) como nas minhas fantasias (imaginava os pêlos púbicos ruivos também) e aqueles calções brancos, que deixavam entrever à transparência uma verga bem grande, como ainda não tinha visto.

E eu? Bem eu, não sou alto nem baixo, tenho pêlos (e bastantes), gordinho e avantajado, não diria grande, mas grossa.

Fiquei à porta, sem reacção, sem saber se devia voltar ou ficar, aproximar-me.

Tomou ele a decisão. Sem sair da luz, foi se aproximando, chegando perto de mim. Pegou na minha mão e mostrou-me que queria que o tocasse. Levei a mão ao mamilo direito, humedecia-a com saliva e comecei a brincar. Baixei a cabeça e comecei a lamber-lho. Ele nem pestanejava enquanto passava de um mamilo ao outro. Imóvel!

Até que finalmente a mão dele se aproximou da minha verga, húmida de precum, como já é habitual quando estou bastante excitado. Pegou numa gota e levou-a à boca. Pegou noutra e chagou-me o dedo para lho lamber. Fi-lo com bastante prazer, confesso que adoro o meu precum. Levou a mão à minha cabeça, pressionando para que me baixasse. Fi-lo lentamente, lambendo cada parte do seu corpo que encontrava pelo caminho.

Fui descendo os calções devagarinho. Apareceram aos poucos os pêlos ruivos, que lambi com prazer sôfrego. E finalmente apereceram aqueles mais de 20 cm. Confesso que a imaginava grande, mas não tanto. Não era muito grossa, uns 2/3 cm de diâmetro, mas era longa. Lambi-a e enfiei-a na boca devagar, tocando ao de leve com a língua, até onde podia. E comecei a mamar aquele caralho ruivo. Começou também a ficar bastante molhado. Também ficava com bastante precum, daí talvez o interesse dele pela minha. Chupar aquele pau não era fácil. Colocá-lo todo na boca era tarefa quase impossível, pelo que fui ajudando com a mão, masturbando ao mesmo tempo.

Levantei os olhos e reparei que ele tinha a cabeça para trás, gemendo baixinho. Quis que eu enfiasse tudo, disse-lhe que não, que não conseguia. Prendeu-me a cabeça com as mãos e devagarinho, muito devagar foi introduzindo a verga na minha boca. Senti a ponta quase na glote, os lábios naqueles pêlos ruivos. por incrível que pareça, meio de lado, entrou. Senti escorrer a precum, ele tinha ficado muito excitado, deixou ficar uns segundos e depois tirou. pegou-me novamente na cabeça e levantou-me, dando-me um beijo apaixonado, de língua.

Baixou-se, lambeu a precum que escorria pelo meu pau e de uma só vez enfiou-o inteiro na boca. Sem o retirar, senti-a a língua dele a rodopiar até que devagar, foi começando um vai e vem em que parecia que a língua fazia tipo um remoinho cobrindo toda a minha verga.

Apenas com um gesto virou-me e começou a lamber-me o rabo. Coloquei-me de modo a que pudesse trabalhar de modo exemplar no botão de rosa. Adoro essa sensação.

Senti-o levantar-se, enfiar um dedo e depois algo diferente. Estava a enrabar-me.  Disse que não, doí-a bastante. Começou a vai-vem, mas não aguentei. Tirei, entrei na casa-de-banho, saí do espelho. abri a água fria e fiquei debaixo do chuveiro, de pau feito, a escorrer precum, a doer-me o rabo.

Ele veio ao espelho, ficou alí a olhar, de pau feito, a escorrer precum, esperando.

E falou, que soava como uma voz de anjo aos meus ouvidos, «é natural, desculpa, vem…»

Continua…

Taurnil Lossehelin (Foto da net)

o espelho

•Abril 15, 2008 • 3 Comentários

Estou um pouco confuso, não sei que fazer, nem que pensar… com tanto descaramento. Alguém que se está a fazer a mim de forma descuidada, às vezes grosseira. pois eu gosto de ser conquistado, aos poucos, devagarinho, com carinho…

Continue a ler ‘o espelho’

Saudade

•Março 30, 2008 • 3 Comentários
Que saudades de uma boa massagem!!
Já experimentaram ser massajados? É uma delícia para os sentidos. O ambiente tem de ser bom claro, convidativo, calmo. Já experimentei vários tipos… nenhuma sexual ainda, antes de perguntarem.
Mas vi há poucos dias uma massagem que acaba bem, bem demais! Um rapaz normal, começa a massagem, e quando chega às nádegas, às pernas, mostra-se receptivo a algo mais, massajando perto do ânus, no intervalo das pernas, bem junto aos testículos… e acabam enrolados, claro.
 Enfim!! Tenho saudades de uma massagem que nunca tive… as outras tornam-se banais.
Um abraço a todos.
the_bowery_-_10_cent_turkish_bath.jpg

descanso na serra

•Março 25, 2008 • 4 Comentários
Gosto de passear pelo campo, sempre foi o meu hobby preferido. Boa música nos ouvidos, baixa para deixar entrar a natureza pelos tímpanos, e o olhar contemplativo das paisagens.
Nesse dia tinha ido até à Serra da Estrela. Pelos vales  do Mondego menino apreciava os monte, as cores, o céu. Junto ao rio almocei, ouvindo o seu cantar. relaxando, deitei-me numa pedra coberta de uma fina relva. Liguei o mp3 e deixei-me estar.
Nesses instantes gosto de estar nu,  sentindo a natureza na pele. Naquele instante, só me apetecia acariciar-me, passar os dedos húmidos pelo rio nos mamilos, sentir aquela água fria junto do pénis, ouvindo a música que prefiro nesses momentos.
Continuei assim, não sei quanto tempo, mas sabia-me bem, extremamente bem.
Certo momento, sinto mais dedos acariciando a minha pele, mais dedos húmidos. Mas pensei que deveria ser a minha imaginação, o querer estar ali, junto ao rio com alguém, fantasias tornadas sentidas pelo cérebro que nunca descansa.
Mas a sensação perdurava, e eu gemia de contentamento, sem querer abrir os olhos, estava ao rubro, a verga já bem dura. Daí a instantes uma lambidela no mamilo, uma lambidela no pau, e eu gritei de prazer. A língua estava fresca, sinal que tinham primeiro molhado no rio.
Decidi abrir os olhos e percebi que afinal passeios no campo podem ter outros prazeres. Com o mp3 não tinha ouvido, claro! E estava ele, a olhar fixamente para mim, sorrindo. Um sorriso de deixar louco.
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O motard tinha apenas entreaberto a braguilha para deixar passar a verga, não tesa e ficar exposta para um tocar demorado. Não me fiz rogado. Peguei delicadamente nela, para não se aleijar no fecho e comecei a masturbá-lo lentamente. Molhava a minha mão no rio e pegava-lhe e ele estremecia sem largar aquele sorriso.
Levantei-me um pouco e comecei a lambé-lo vagarosamente, como se estivesse com preguiça. E ele começou a dar pequenos movimentos de anca, ligeiros, percebendo o deleite que me estava a dar e que não tinhamos pressa.
Retirou-a passado uns minutos para despir o resto do fato. Agora, os dois nús, baixou-se e começou ele a mamar-me. O êxtase do encontro estava a deixar-nos loucos e começámos a acelerar. Em 69 nos viemos, deixando escorrer pelo canto da boca, de mãos dadas nos lavámos no rio fresco, bem juntos recomecámos.
De costas para mim, ofereceu-me seu ânus. Queria minha língua, meu pau, meu prazer. Deitado, ofereci-lhe o meu, queria a língua dele, a verga dele, o prazer dele.
E mais uma vez nos viemos, nos lavámos, de mãos dadas, de boca junta.
Levou-me até à aldeia mais próxima onde poderia encontrar dormida e meio de regresso à cidade.
Confesso que nem lhe sei o nome.

“Festa surpresa”

•Fevereiro 18, 2008 • 9 Comentários
Como já disse algumas vezes, gosto de andar nu pela casa ou só em boxers nos dias mais frios… não vá constipar-me. E num desses dias, a minha noiva vinha ter comigo. Tinha dormido pouco nas últimas noites, apetecia uma sesta… e enquanto esperava, ajeitei-me no sofá, pus música, som baixinho, só para o ambiente e deixei-me ir. Morfeu estava tão convidativo que não resisti muito tempo. De qualquer modo, ela tem a chave. Adormeci rápido, perdido nos sonhos.
Sonhava com orgias. Há tanto tempo que ela me prometia uma, que traria uma amiga a quem já tinha falado dos meus dotes de bom amante… sonhava com duas bocas, dois clitóris juntinhos para lamber, para penetrar. Adorava que me lambessem os tomates enquanto fodia a minha noiva. Que me lambesses o rabo, ali entre o saco e o ânus. Gostava de experimentar um dildo também, ser enrabado por ela com um strap-on. Sei lá uma fantasia. Nunca me achei gay, mas sempre gostei que me fizessem isso. Ela não sabia. Desejos recalcados.
Sonhava com isso e sentia-me ficar húmido, sentia uma língua e outra passando pelo meu caralho. Sonho tão intenso, nunca me tinha acontecido. Abro os olhos e vejo que tinha afinal realmente duas bocas a ocuparem-se de mim. Fiquei pasmado… era ela, a minha noiva, e um amigo dela. Não sabia como reagir, o que dizer. Não era propriamente o que estava à espera.
Não tive tempo de reagir. Ela agarrou no meu pau duro e apontou-o para a boca do Miguel e ele não se fez rogado e eu também não. Não tinha tido ainda experiência de ser mamado por um homem e é bem diferente. Enquanto isso, ela subiu, colocou as pernas no sofá e ofereceu-me o clitóris. Estava radiante. Ela estava excitadíssima, bem húmida. Penetrei-a com um dedo, dois e ela gritou de prazer.
Como boa amante, ela comandava. Passado um bocado disse que me queria mamar, lambeu fervorosamente o meu pau ao meu tempo que o Miguel e depois levantou o amigo e colocou o pau dele à altura da minha boca. Queria ver-me mamar um caralho, queria ver um gajo a foder-me a boca. Ainda recuei um pouco, mas as mãos dela e dele não me deixaram escapar. Abocanhei-o, senti-lhe a precum a cair-me na garganta, o vai e vem dos rins dele e comecei a gostar. Era maravilhoso como experiência, agarrei a verga e comecei a comandar a mamada. Ela, cada vez mais excitada, baixou-se e começou a mamar-me como ainda não o tinha feito, como se tivesse guardado segredos para este dia.
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Sem saber porquê, eu salivava… saliva escorria pelos cantos da minha boca, acho que ajudada pela precum do Miguel. Raios o que ele molhava!!
Mais uma vez ela queria comandar as hostes. Levantámo-nos. Retirou da mala dela um creme e depois de lamber o rabo do Miguel, começou a espalhá-lo, a enfiar um dedo, dois enquanto eu olhava. ele gemia, ela gemia… nunca a tinha visto tão excitada. Disse-me para eu me sentar. Assim fiz. Colocou-se de joelhos, começou a lamber-me os tomates, o ânus, deixando-e doido. Quem escorria precum agora era eu. Pôs-me um preservativo com a boca, outro atributo que desconhecia, e ajudou o Miguel a sentar-se em cima de mim. Agarrando na minha verga, foi devagarinho enfiando-a no rabo dele, ao mesmo tempo que o lambia e a minha base também. Estava doido de tesão, tão excitado que nem sei como me não me vim naquele momento.
Lá estava ele a cavalgar em cima de mim, enquanto ela tinha passado da base, para o caralho dele, xupando-o vagarosamente, à cadência dos vai e vens dele em cima do meu colo. Quando o sentiu bem duro suponho, sentou-se ela também. Num ritmo comum, fomos subindo os degraus do prazer.

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O ritmo associava-se à respiração, aos gemidos, à música. Tudo parecia porvir da cadência. Estava excitado, ao rubro, ao pensar que a minha noiva estava a ser comida por outro, por um amigo comum. Mas ela não estava ainda satisfeita. Queria mais, muito mais. Queria que o outro orifício sentisse o pau do Miguel e reservava-me uma surpresa. De pé, todos novamente, eu e o Miguel masturbavamo-nos mutuamente, com um à-vontade que me surpreendia até a mim próprio. Isto nunca tinha passado de ideias, de fantasias, e estava agora a realizar algumas, com o consentimento, aliás, orquestrado pela minha noiva. Confesso que ainda não sei como aguentei tanto tempo. Molhava as minhas mãos, as dele…
Ela pediu-me para eu me virar de costas e me colocar à cão. Assim fiz, na esperança que ela me fosse novamente lamber o rabo. Aquilo sabia extraordinariamente bem. Demorei tanto tempo a saborear estes prazeres como deve ser. E realmente aconteceu. Senti uma língua a passar, devagar, a lamber, a molhar. Mas percebi que não era a dela. Era ele! Ele é que me estava a lamber!
Enquanto isso, ela foi vestindo um strap-on, sem eu me aperceber. Senti algo a querer penetrar-me, duro, quente. Ela proibia que olhasse sequer. Pensei então que era ele, que ela queria que ele me fodesse e ela a ver. Quando estava bem dentro, percebi que não, senti os seios dela nas minhas costas e vi-o a oferecer-me o mangalho dele para xupar. Estava tão excitado por saber que a minha noiva me estava a penetrar que nem recuei perante esse convite. Mamei-o, como nunca pensei que soubesse fazê-lo. Até uma altura em que ele, agarrando na minha cabeça me enfiou o pau dele todo na boca. Senti-a os tomates dele no meu queixo, a ponta da verga no fundo da minha garganta e o ritmo da minha noiva a enrabar-me. Estava no céu? Quase porque sentia-me sem ar.
Depois disso, virou-se e ofereceu-me o rabo dele. Retribuí-lhe o botão de rosa com fervor, do melhor que sabia fazer. E ele gostava, gemia… eu gemia… ela gemia.
Trocámos novamente de posição. O Miguel ofereceu a verga ao ânus da minha noiva e eu continuei a oferecer-lhe o meu.

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E em jeito de comboio, fomos ritmando a cadência para tudo dar certo. Passado um pouco, ela queria novamente o meu, e trocámos. Passei eu a sentir o dele e ela o meu.

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Até que disse que não ia aguentar muito mais. Que estava já a ser doloroso aguentar a descarga. Sentei-me novamente no sofá. Ela começou devagarinho a mamar-me. O Miguel agora sentia-se abandonado. Não fazia parte daquela intimidade? Engano. Ela fez-lhe sinal. Queria mamar-me, mas ao mesmo tempo que ele me enrabasse. E assim fez. Sentou-se, virei-me de lado. Com uma mão ela masturbava-me enquanto me lambia e a outra massajava o clitóris. Veio-se em gritos. E eu também! O Miguel demorou mais um pouco, vindo-se para a minha coxa.

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Deitámo-nos juntinhos. Deixámo-nos ficar o resto daquela tarde assim. os Três, no sofá, agarrados, exaustos.
Tinha tido uma festa surpresa, a realização louca de uma fantasia. A minha noiva e o Miguel que tinham tratado de mim, me tinham feito feliz.
Taurnil Lossehelin (Foto da net)
E uma proposta, espero eu, realizada. Um abraço

para o lado

•Fevereiro 13, 2008 • 5 Comentários

Regresso a Lisboa, mais uma vez.  Estava exausto. Estas viagens cansam, moem, mas trabalho é trabalho e lá ia eu mais uma vez para Lisboa. Não é uma cidade que aprecie muito. Na verdade, acho que o pior é a desordem, a falta de educação, a confusão. Lisboa é uma cidade que se quer cosmopolita, mas que parou no século XV. Nada a ver com Bruxelas ou Paris.

Depois de passar mais de meia hora à procura de um lugar, deixo o carro mal estacionado, longe de casa. Chateado, exausto, coloco finalmente a chave na porta. Para meu espanto havia luz no hall de entrada. A casa deveria estar vazia. Deixo cair o saco de viagem e começo, pé ante pé a percorrer a casa. Luz na cozinha, luz na sala e luz no quarto. Mas estava tudo no sítio! Ladrão não era.

Vou ao quarto, a cama estava desfeita. Alguém tinha dormido ou preparava-se para dormir na minha cama. Local onde queria eu descansar! Estava a ficar zangado, confuso. Mas quem se não tinha visto ninguém? Tiro o casaco, lanço-o para o cadeirão que tinha no quarto erecomeço as minhas buscas.

Vou até ao outro quarto, a luz também estava acesa. Abro a porta e deparo-me com um tipo, de boxers…

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… com o caralho de fora, a apontar para o lado esquerdo. Fiquei parado, espantado e ele também. Acho que não tinha dado conta que tinha entrado na casa.

Balbuciou umas palavras… eu também… acho que nem se lembrou que estava em riste, arma de fora… continuou a justificar-se, que era amigo do meu primo que lhe tinha arranjado a chave de casa para ele passar essa noite… que estava só de passagem… e eu sem palavras, a olhar para baixo, para aquele pau apetitoso.

percebeu que o meu olhar não se dirigia para a cara dele. Olhou ele também e lembrou-se. Levantei a cabeça e vi que corou, parecia um puto apanhado a bater uma por alguém. Ficou ainda mais confuso, a gaguejar! E eu comecei a rir…  disse… “bem, se é para estarmos à vontade, então que também eu esteja à vontade.”

Desejoso disso estava eu. Adorava andar nú pela casa quando morava sozinho, sempre gostei dessa liberdade. Fui ao quarto, o único com cama actualmente, despi-me. Fiquei nu. Disse-lhe que ia tomar banho, que estava moído, que precisava da sensação da água quente. Para ele entrar na casa de banho e contar-me essa história toda.

 Liguei a água, entrei e comecei a lavar-me. E apeteceu-me ser atrevido. Perguntei-lhe se me lavava as costas, se me fazia uma pequena massagem. Ele nem pestanejou, não gaguejou, não balbuciou. Atrevido também, despiu os boxers e entrou na banheira. Pegou no gel duche e começou a acariciar as minhas costas, a massajar-me eroticamente, esfregando também o pau dele… para o lado… no meu rabo.

Virei-me e ele continuou, no meu pescoço, no meu peito, no meu pau, que já estava teso. Pediu-me se queria que me tirasse a espuma. respondi-lhe que sim.  Agarrou no chuveiro e começou a limpar a espuma, primeiro com a água, depois com a língua. Movimentos rotativos, de vai-vém, até chegar à minha verga. Limpou-a cuidadosamente e depois lambia-a de tal maneira lenta, sensual que rapidamente fiquei cheio de precum. ele só dizia que lhe dava trabalho, que tinha sempre que estar a limpar…

Estava quase a vir-me, quase a largar o leite fecundo, quente. Pedi-lhe para parar.  Queria prová-lo, saber como era ter uma para o ladod entro da boca.

Baixei-me, lambi-lhe os tomates… pedi-lhe para colocar uma perna no rebordo da banheira… lambi-lhe entre o ânus e os tomates, o ânus e regressei ao mangalho. Enfiei-o na boca. Chupava-o devagar, com esforço para manter aquele grande pau direito e ele gozava.

Não quis que ele se viesse. Parei. Disse-lhe que precisava de me sentar, de beber alguma coisa, petiscar algo.

E ele, atencioso, preparou-me uma bebida quente, umas bolachas deliciosas que tinha trazido do estrangeiro (fiquei a saber que estava em trânsito). Trocávamos beijos, carícias. Partilhávamos bolachas, acabando em beijos fervorosos.

Acabámos por nos enrolar, por nos lambermos, chuparmos, provando ânus, vergas, mamilos. Até que lhe ofereci o meu, onde ele entrou sem dificuldades, deixando-me em êxtase, sentido-a para o lado, mesmo lá dentro.

Veio-se no meu peludo peito, lambendo cada gota do seu precioso líquido. Vim-me na boca dele, não sobrando gota nos cantos.

E dormimos agarrados, juntos, sentido a verga dele para o lado, a noite inteira junto ao meu corpo.

 Taurnil Lossehelin (Foto da net)