Férias #2
•Dezembro 12, 2008 • 2 Comentários
Deitei-me, sossegado, a descansar. Estava absorto pelo que tinha contecido, sinceramente satisfeito. Sentia-me muito bem. Nunca pensei que isto me poderia acontecer num lugar destes.
Não sei bem que horas eram, estava escuro ainda. Senti um puxão. Alguém me empurro meio fora da tenda e de repente senti um corpo por cima da minha cara. Era um rabo… não uma cona. Ouço dizer “lambe”… “chupaste o meu marido agora quero sentir tua língua também”.
Tentei debater-me mas tinha alguém sentado em cima da minha barriga, segurando os meus braços. Devia ser ele. Os tomates tocavam-me perto do umbigo e sentia-o masturbar-se. O rabo dele estava junto ao meu pau.
Obedeci, claro. Comecei a fazer-lhe um minete e ela mexia-se, contorcia-se como uma cadela com cio, deixando-me cada vez mais excitado. Sentir aquelas bolas bater na minha barriga também me deixavam bem húmido.
Lambia como podia, não era fácil porque ela mexia-se muito. Tentei enfiar a língua e ela parou, deixou-se fazer. Gemia tanto que toda a redondeza devia ouvir.

Entretanto eu escorria pre-cum e sentia a dele a cair-me no corpo. Levantou-se ligeiramente e pegando na minha verga enfiou-a no rabo de uma só vez. Doeu, gritei e ela berrava-lhe para me fazer gritar mais. Devia pagar o facto de ter brincado com ele sem ela estar presente.
Passado um bocado, a tipa quis experimentar o caralho que tinha feito as delícias do marido. Sentou-se em cima dele, enfiando-o na cona. Entretanto, o gajo chega-se a mim para que eu o mame.
Confesso que estava no céu. Estava literalmente a foder com um casal, à força certo, mas adorava o gajo e ela parecia bem quente.
Ela não parava de gritar, de nos chamar nomes. Até que resolveu que o marido é que tinha de ser castigado. Madnou-o colocar-se à canzana e disse-me para o foder com força na boca. Queria que ele bebesse o meu leite todo à frente dela. Não me fiz de rogado. Ela por trás de mim é que controlava os movimentos: rápidos, enfiando bem fundo. Segurava-lhe a cabeça para ele não fugir.
Nisto, apanha de lado um strap-on, chega-se atrás dele e penetra-o com força. Aquilo era enorme. Ele bem quis gritar, mas não podia com o meu pau na boca. Confesso que tive medo de lho tirar… podia quere castigar-me a mim e ele parecia submisso a todas as suas vontades.
Vim-me pouco depois. O gajo engoliu tudo, não saiu nada. Fiquei impressionado. E não me largava a verga.
Vira-se e ela continua a fodê-lo enquanto se masturbava. Veio-se rapidamente e ela também. Percebi, quando o tirou, que tinha um mais pequeno que enfiava na pachacha dela.
Foram embora sem se vestir, sem dizer nada. Recolhi à tenda, deixei-me estar como estava. Bem cansado.
Acordei já o sol ia alto. Fui ao bar mas eles não estavam. Ainda fui aguentando para ver se apareciam, mas nada e eu tinha de continuar, caso contrário nunca chegaria a destino.
Taurnil Lossehelin
(Foto da net)
Férias…
•Outubro 10, 2008 • 2 ComentáriosComo meio mundo, fui de férias. E como estava farto de conduzir por este país fora, resolvi usar o comboio.
Viajar de comboio (e não falo do Alpha) permite-nos ver aquilo que um condutor nunca vê… os locais por onde vai passando, as belas paisagens deste país. Mochila às costas, tenda e material básico e lá fui eu. O primeiro destino foi o gerês. Nas férias gosto de estar em sítios sossegados, sem grande gente, em parques onde não ouvimos gritos durante o dia e ouvimos a natureza à noite.
Saí e ainda tive de andar bastante. tentei uma boleia, mas hoje em dia está difícil. As notícias deixam todos desconfiados, fugindo a sete pés do desconhecido. Mesmo carrinhas cheias de gajos que deviam vir de uma obra qualquer não parou, deixou-me especado e ainda gozou. Enfim, vemos de tudo…
Cheguei finalmente, apressando o passo já que apesar dos dias compridos, a noite acaba sempre por chegar.
Montei a tenda e exausto acabei por adormecer, assim, tal como estava, com fome, sujo e suado.
Era quase meia noite quando despertei. A barriga roncava tão alto que pensei que ia acordar os poucos campistas. Saí da tenda, fiz uma sandes e bebi a última cerveja que me restava. Reparei que o bar ainda estava aberto e fui até lá. apetecia-me mais uma. Agarrei nos cigarros, sentei-me na esplanada. Estava uma noite fantástica. Fresca que chegue para retemperar o corpo. Pedi uma imperial, uma tosta mista e quando dei por mim já ia na segunda cerveja.
Um casal saíu de dentro, sentou-se fora também. Meteram conversa. Eram espanhóis, galegos para ser mais preciso. Simpáticos, bem parecidos. Ele de tronco nú, mostrando seu peito peludo que me deixou bem teso. Os meus calções não disfarçavam a erecção. De onde estava, ele tinha uma bela vista sobre mim, as minhas pernas, o meu enchumaço… piscou-me o olho e eu corei.
Balbuciei a despedida, desculpando-me que ainda tinha de tomar banho. ao sair dei por mim a pensar porque raio tinha dito que ia tomar banho. Precisava de me justificar? Claro que não, foi o meu cérebro que me pregou uma partida. Aquele piscar de olho, o gajo, o desejo…
Fui à tenda, agarrei nas minhas coisinhas, noutros calções e fui para o duche. Eram cabines individuais. Aqueles chuveiros colectivos estão a sair de moda infelizmente. Levei tempo: barbeei-me, despi-me devagar. Nem sei bem porquê… enfim, no fundo até sei… pensei que ele viesse, mas não. Nada. acho que já tinha passado mais de meia hora e nada, sozinho nos balneários. Fui para o duche então. Aquela água quente no corpo estava a saber-me bem. A amolecer-me, pronto para voltar a dormir, até de manhã.
Limpei-me e saí nú. Estando sozinho para que vestir? Podia fazê-lo com mais espaço lá fora.
Ia gritando de espanto. frente à porta lá estava ele, à espera. Tronco nú, calças desapertadas, deixando ver a verga. Estava murcho ainda, mas eu, mal vi fiquei logo teso. Raio que o parta para este sentimento de desejo, de procurar saciar aquilo que raramente posso fazer.
Mandou-me aproximar. Agarrou na minha mão e levou-a até ao tronco, descendo devagarinho até ao caralho que começou a crescer ali na minha mão. Larguei as minhas coisas para ter as duas mãos livres. Comecei a lamber-lhe o pescoço, e devagarinho cheguei ao peito ao umbigo à verga que nessa altura já estava bem tesa. Tinha uns bons 20 cm e grossa. Comecei a lamber a cabecinha, desci para os tomates e ele abriu as pernas. Estava a oferecer-me o cú. Virou-se para eu o lamber melhor, lubrifiquei-o até não poder mais. Levantei-me e ele baixou-se. Começou a mamar-me como ainda não tinha sentido. aquela língua e boca fazendo movimentos diferentes estavam a deixar-me louco. Ainda com a boca, colocou-me um preservativo. Levantou-se, um joelho no lavatório e ofereceu-me o rabo. Não me fiz rogado, claro.
Os movimentos iam variando… rápido, devagar… até que estava quase a vir-me. Disse-lhe e ele pediu para tirar queria acabar de outra maneira. Baixou-se, tirou o preservativo e começou a lamber-me ao mesmo tempo que me batia uma. Vim-me no peito dele pouco depois, não aguentava mais.
Deitou-se no chão e continuando a lamber-me os tomates veio-se e com as mãos começou a espelhar as esporras no tronco, levando os dedos à boca.
Confesso que nunca pensei que ele fosse passivo. O ar dominador de início e o tamanho da verga. Gostava d a ter experimentado também, apesar de não ser o meu frote. Mas aqueles tamanhos não se vêem todos os dias.
Voltei para o duche e percebi que ele também, mas quando voltei a sair já ele tinha ido embora.
Continua…
Taurnil Lossehelin
(Foto da net)
Concerto!!
•Setembro 16, 2008 • 3 ComentáriosNo passado dia 14 de Setembro fui ao concerto da Rainha da Pop. Sim fui ver e ouvir Madonna, no meio de 75000 fãs que deliraram!
No meio de tanta gente, e no frenesim da dança, não há como sentir mãos no rabo, roçansos, etc. Coisa boa!!
No meio de tanta gente, é natural que se vejam gajos mesmo, mas mesmo, muito giros (alguns, diria muitos, gays) e mulheres sensuais que abanam o corpo (muitas lésbicas também).
Pensava muitas vezes nas mãos que me tocavam, nos rabos que tocava, nas mamas que tocava…
e zás… não vai de modos, comecei a sentir uma mão mais atrevida, do gajo à minha frente que me tocava no pénis.
Já tinha reparado nele, um tipo moreno de olhos claros, bem feito, sensual.
Aliás, já na rua, enquanto se esperava (longas horas ao sol), via corpos semi-nus que me deixavam de pau feito. Homens que no calor que se fez sentir despiam a t’shirt, alguns puxavam ligeiramente as calças para debaixo da cintura deixando antever o início dos pêlos púbicos, alguns bem frondosos, sobressaindo por cima dos boxers;e mulheres que atavam a t’hirt em jeito de body, sobressaindo mais as mamas, de calções bem curtos ou mini-saias de sonho. Um dos tipos ao meu lado enchia-me de tesão. Os pêlos dele sobresaiam bem, acho que de propósito. Ele nunca tirou completamente a t’shirt, mas levantava um pouco, dobrando-a até ao umbigo, calças e boxers abaixo da cintura e brincava com os pêlos de forma provocante. Tocou-me na minha perna peluda uma vez, quando fiz dobras nas calças numa tentativa desajeitada de imitar uns calções. A minha vontade era de ser eu a brincar com aqueles pêlos, tocá-los…
Voltando ao concerto (Ai!).
O rapaz é mesmo giro e de mãos atrás das costas, começou a tocar-me, a entesar-me como podia através das calças. Queria prazer, ali mesmo. Sem saber como reagir, deixei-o fazer, tentando disfarçar, mas ninguém reparou. Estavam todos atentos à madonna.
Abriu-me a braguilha e sacou-a cá para fora, com alguma ajuda minha, e começou a masturbar-me. Foi o delírio total. A diva no palco e um tipo a querer festa.
Deixei-o fazer enquanto lhe punha de forma desajeitada uma mão no rego através das calças que ela trazia bem apertadas.
Vim-me para a mão dele. Guardei o pau e ele para se limpar virou-se para mim, baixou-se e lambeu a mão. depois deu-me um beijo no caralho, levantou-se e continuou a curtir o concerto como se nada fosse.
Na saída, perdi-o de vista. Naquela multidão era o mais provável. Pensei que ele quisesse mais qualquer coisa e que tentasse ficar junto a mim, mas não. desapareceu no meio das 75000 pessoas.
(qualquer semelhança com factos reais é pura ilusão)
resultado
•Junho 30, 2008 • 4 Comentáriosdepois das participações e de eu ter desaparecido uns tempitos, aqui vêm os resultados. Não foram muitas participações… mas pronto, é o que dá também não actualizar tantas vezes. Obrigado e um grande abraço
glande: cabeça, morango (o tal esquecido), cabeçorra
pénis: verga, mastro, pau, verga, amigão, anaconda, bacamarte, alegria das meninas, ele, instrumento caralho, pila, pilinha, picha, bastão, berbequim do amor, barrote, caralhinho, caralhão, zezinho, pauzinho, mangalho, pirilau, piça, piço, docinho, biloca, piloca, pinto, ganso, narso, chouriço, linguiça, documento, consolo, falo, gaita, pífaro, flauta lisa, salame, dick, cock, pula (caralho em romeno).
testículos: tomates, saco, colhões, bolas, ovos
cu: cu, rabo, buraco…
esperma: esperma, leite, leitinho, esporra, porra
sexo oral: mamada, broche
sexo anal: enrabar, foder, ir ao cu
69 é 69…
lamber o rabo: botão de rosa…
posições: missionário, cazana (não vieram mais)
para ela: lugar da minha língua, ela, pachacha, pachachinha, big mac, narsa, biscoito, borboleta, pito, gina, crica, broa, buraco negro, baú da felicidade, aliança, passarica, almofadinha, melões, abrigo, aeroporto, afoga-ganso, afia-lápis, vulva, periquita, Buraquinho, gruta, grelo, racha, carochinha, nêspera, cona, coninha, conazona, docinha, flor, pardal, pardaloca, rata, boceta, perereca, xuxu, xoxota, pussy, cunt
Desafio
•Maio 26, 2008 • 9 ComentáriosOlá a todos, vamos dar asas à imaginação e ao conhecimento em língua. vamos tentar criar um léxico do sexo. A cada palavra sua correspondência em vários outros termos, sejam eles partes do corpo ou posições sexuais. Estão livres de adicionar nos comentários. Depois virá o resultado final. Aqui vai um cheirinho. Espero pelas vossas contribuições.
glande: cabeça…
pénis: verga, mastro, pau, caralho…
testículos: tomates, saco…
cu: cu, rabo, buraco…
esperma: esperma, leite, leitinho…
sexo oral: mamada, broxe…
sexo anal: enrabar, foder, ir ao cu…
69 é 69…
lamber o rabo: botão de rosa…
posições: missionário, cãzana…
O espelho_3
•Maio 7, 2008 • 1 ComentárioFicou ali, à porta, ao espelho, não entrou na casa-de-banho. A voz dele soava e ecoava: “Vem, vem, verás…”
E eu debaixo do chuveiro, àgua fria escorrendo-me pelo corpo, sem acalmar a excitação, ouvia e pensava “Vem, vem, verás…”
Acabei por ir, por me deixar envolver por aquela voz fantástica. Deitou-me numa cama, tipo camarata que não tinha visto antes. Retirou um pequeno caixote de debaixo da cama onde procurou um creme. Pensei que queria usá-lo e quis levantar-me, mas com um gesto descansou-me. Um dedo frente aos lábios, uma mão na cabeça, e senti-me calmo como acho que nunca tinha estado na vida.
Deitou creme nas mãos e começou a massajar-me. As mãos dele deslizavam de forma feérica. Os meus ombros, geralmente tensos ficaram relaxados, as minhas costas igualmente. Desceu aos poucos, muito lentamente, até às nádegas. Aí demorou-se, sentia mãos e língua a massajarem-me, mordiscando-me.
Colocou uma mão entre as minhas pernas e começou a brincar com os meus testículos. Abri as pernas para elee estar mais à vontade. Puxou-me a verga para trás e massajando foi passando das mãos à língua, à boca.
Levantou-me ligeiramente na zona da anca e entre caralho, tomates e rabo, a língua dele ia fazendo as minhas delícias, puro prazer, puro paraíso.
Nunca me tinha sentido assim, tão confiante com alguém, principalmente para fazer algo que nunca tinha acontecido antes e cuja primeira experiência tinha sido má. Mas fiquei, não me mexi. Abri todos os sentidos e deixei-me levar por eles.
Enquanto me mamava e me lambia os tomates, comecei a sentir algo entrar no meu rabo. Percebi que devia estar a usar um dildo para ajudar a sua própria penetração. E fiquei ao rubro. Ele mamava cada vez com mais vigor enquanto me fodia com o vibrador. E não aguentei mais, vim-me, deitei forma o meu leite como nunca tinha deitado. Estava quase com convulsões enquanto ele, não deixando nada se escapar da boca dele, continuava a enfiar o dildo.
Passado uns segundos, ajudou-me a virar. E de frente para ele, olho nos olhos, entreguei-me com paixão. E sempre olhando-nos nos olhos, retirou o pau dele e ofereceu-me a cabeça ruiva a chupar, a lamber. Veio-se pouco depois, ficando com a cara coberta do seu leite que ele se apressou a limpar com a língua, beijando-me também fervorosamente.
Ficámos uns minutos deitados naquela estreita cama, bem colados, pele contra pele, sentidos contra sentidos… e adormeci exausto.
Acordei já era de noite. Hoje não tinha ido trabalhar e ninguém parece se ter importado com isso, ninguém perguntou, ninguém telefonou, como se o tempo tivesse parado e ainda não tivesse amanhecido. Pensaria que não passara de um sonho, não estivesse do lado de lá do espelho, deitado na cama tipo camarata, caixote pequeno aos seus pés, cuidadosamente arrumado. Voltei a empurrá-lo para debaixo da cama.
Levantei-me e olhei para a janela. Agora apenas se via a luz da iluminação pública. Nada de raios de sol e de anjos. Aliás, estava sozinho. Entrei na casa-de-banho, puxei pelo espelho para o fechar e deitei-me. Sonhando com o sonho de tarde de verão, com o espelho, com o meu anjo.
Taurnil Lossehelin
(Foto da net: Ben Dodge licked by the pizzaman)
O espelho_2
•Maio 2, 2008 • Deixe um comentárioFiquei parado junto à porta, sem saber que fazer. A visão daquele rapaz deixava-me doido. Bonito, corpo definido sem ser demasiado musculado; sem pêlos (apesar de até gostar), os mamilos bem vincados, ruivo (ai!) como nas minhas fantasias (imaginava os pêlos púbicos ruivos também) e aqueles calções brancos, que deixavam entrever à transparência uma verga bem grande, como ainda não tinha visto.
E eu? Bem eu, não sou alto nem baixo, tenho pêlos (e bastantes), gordinho e avantajado, não diria grande, mas grossa.
Fiquei à porta, sem reacção, sem saber se devia voltar ou ficar, aproximar-me.
Tomou ele a decisão. Sem sair da luz, foi se aproximando, chegando perto de mim. Pegou na minha mão e mostrou-me que queria que o tocasse. Levei a mão ao mamilo direito, humedecia-a com saliva e comecei a brincar. Baixei a cabeça e comecei a lamber-lho. Ele nem pestanejava enquanto passava de um mamilo ao outro. Imóvel!
Até que finalmente a mão dele se aproximou da minha verga, húmida de precum, como já é habitual quando estou bastante excitado. Pegou numa gota e levou-a à boca. Pegou noutra e chagou-me o dedo para lho lamber. Fi-lo com bastante prazer, confesso que adoro o meu precum. Levou a mão à minha cabeça, pressionando para que me baixasse. Fi-lo lentamente, lambendo cada parte do seu corpo que encontrava pelo caminho.
Fui descendo os calções devagarinho. Apareceram aos poucos os pêlos ruivos, que lambi com prazer sôfrego. E finalmente apereceram aqueles mais de 20 cm. Confesso que a imaginava grande, mas não tanto. Não era muito grossa, uns 2/3 cm de diâmetro, mas era longa. Lambi-a e enfiei-a na boca devagar, tocando ao de leve com a língua, até onde podia. E comecei a mamar aquele caralho ruivo. Começou também a ficar bastante molhado. Também ficava com bastante precum, daí talvez o interesse dele pela minha. Chupar aquele pau não era fácil. Colocá-lo todo na boca era tarefa quase impossível, pelo que fui ajudando com a mão, masturbando ao mesmo tempo.
Levantei os olhos e reparei que ele tinha a cabeça para trás, gemendo baixinho. Quis que eu enfiasse tudo, disse-lhe que não, que não conseguia. Prendeu-me a cabeça com as mãos e devagarinho, muito devagar foi introduzindo a verga na minha boca. Senti a ponta quase na glote, os lábios naqueles pêlos ruivos. por incrível que pareça, meio de lado, entrou. Senti escorrer a precum, ele tinha ficado muito excitado, deixou ficar uns segundos e depois tirou. pegou-me novamente na cabeça e levantou-me, dando-me um beijo apaixonado, de língua.
Baixou-se, lambeu a precum que escorria pelo meu pau e de uma só vez enfiou-o inteiro na boca. Sem o retirar, senti-a a língua dele a rodopiar até que devagar, foi começando um vai e vem em que parecia que a língua fazia tipo um remoinho cobrindo toda a minha verga.
Apenas com um gesto virou-me e começou a lamber-me o rabo. Coloquei-me de modo a que pudesse trabalhar de modo exemplar no botão de rosa. Adoro essa sensação.
Senti-o levantar-se, enfiar um dedo e depois algo diferente. Estava a enrabar-me. Disse que não, doí-a bastante. Começou a vai-vem, mas não aguentei. Tirei, entrei na casa-de-banho, saí do espelho. abri a água fria e fiquei debaixo do chuveiro, de pau feito, a escorrer precum, a doer-me o rabo.
Ele veio ao espelho, ficou alí a olhar, de pau feito, a escorrer precum, esperando.
E falou, que soava como uma voz de anjo aos meus ouvidos, «é natural, desculpa, vem…»
Continua…
Taurnil Lossehelin (Foto da net)
o espelho
•Abril 15, 2008 • 3 ComentáriosEstou um pouco confuso, não sei que fazer, nem que pensar… com tanto descaramento. Alguém que se está a fazer a mim de forma descuidada, às vezes grosseira. pois eu gosto de ser conquistado, aos poucos, devagarinho, com carinho…
























