Saudade

•Março 30, 2008 • 3 Comentários
Que saudades de uma boa massagem!!
Já experimentaram ser massajados? É uma delícia para os sentidos. O ambiente tem de ser bom claro, convidativo, calmo. Já experimentei vários tipos… nenhuma sexual ainda, antes de perguntarem.
Mas vi há poucos dias uma massagem que acaba bem, bem demais! Um rapaz normal, começa a massagem, e quando chega às nádegas, às pernas, mostra-se receptivo a algo mais, massajando perto do ânus, no intervalo das pernas, bem junto aos testículos… e acabam enrolados, claro.
 Enfim!! Tenho saudades de uma massagem que nunca tive… as outras tornam-se banais.
Um abraço a todos.
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descanso na serra

•Março 25, 2008 • 4 Comentários
Gosto de passear pelo campo, sempre foi o meu hobby preferido. Boa música nos ouvidos, baixa para deixar entrar a natureza pelos tímpanos, e o olhar contemplativo das paisagens.
Nesse dia tinha ido até à Serra da Estrela. Pelos vales  do Mondego menino apreciava os monte, as cores, o céu. Junto ao rio almocei, ouvindo o seu cantar. relaxando, deitei-me numa pedra coberta de uma fina relva. Liguei o mp3 e deixei-me estar.
Nesses instantes gosto de estar nu,  sentindo a natureza na pele. Naquele instante, só me apetecia acariciar-me, passar os dedos húmidos pelo rio nos mamilos, sentir aquela água fria junto do pénis, ouvindo a música que prefiro nesses momentos.
Continuei assim, não sei quanto tempo, mas sabia-me bem, extremamente bem.
Certo momento, sinto mais dedos acariciando a minha pele, mais dedos húmidos. Mas pensei que deveria ser a minha imaginação, o querer estar ali, junto ao rio com alguém, fantasias tornadas sentidas pelo cérebro que nunca descansa.
Mas a sensação perdurava, e eu gemia de contentamento, sem querer abrir os olhos, estava ao rubro, a verga já bem dura. Daí a instantes uma lambidela no mamilo, uma lambidela no pau, e eu gritei de prazer. A língua estava fresca, sinal que tinham primeiro molhado no rio.
Decidi abrir os olhos e percebi que afinal passeios no campo podem ter outros prazeres. Com o mp3 não tinha ouvido, claro! E estava ele, a olhar fixamente para mim, sorrindo. Um sorriso de deixar louco.
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O motard tinha apenas entreaberto a braguilha para deixar passar a verga, não tesa e ficar exposta para um tocar demorado. Não me fiz rogado. Peguei delicadamente nela, para não se aleijar no fecho e comecei a masturbá-lo lentamente. Molhava a minha mão no rio e pegava-lhe e ele estremecia sem largar aquele sorriso.
Levantei-me um pouco e comecei a lambé-lo vagarosamente, como se estivesse com preguiça. E ele começou a dar pequenos movimentos de anca, ligeiros, percebendo o deleite que me estava a dar e que não tinhamos pressa.
Retirou-a passado uns minutos para despir o resto do fato. Agora, os dois nús, baixou-se e começou ele a mamar-me. O êxtase do encontro estava a deixar-nos loucos e começámos a acelerar. Em 69 nos viemos, deixando escorrer pelo canto da boca, de mãos dadas nos lavámos no rio fresco, bem juntos recomecámos.
De costas para mim, ofereceu-me seu ânus. Queria minha língua, meu pau, meu prazer. Deitado, ofereci-lhe o meu, queria a língua dele, a verga dele, o prazer dele.
E mais uma vez nos viemos, nos lavámos, de mãos dadas, de boca junta.
Levou-me até à aldeia mais próxima onde poderia encontrar dormida e meio de regresso à cidade.
Confesso que nem lhe sei o nome.

“Festa surpresa”

•Fevereiro 18, 2008 • 10 Comentários
Como já disse algumas vezes, gosto de andar nu pela casa ou só em boxers nos dias mais frios… não vá constipar-me. E num desses dias, a minha noiva vinha ter comigo. Tinha dormido pouco nas últimas noites, apetecia uma sesta… e enquanto esperava, ajeitei-me no sofá, pus música, som baixinho, só para o ambiente e deixei-me ir. Morfeu estava tão convidativo que não resisti muito tempo. De qualquer modo, ela tem a chave. Adormeci rápido, perdido nos sonhos.
Sonhava com orgias. Há tanto tempo que ela me prometia uma, que traria uma amiga a quem já tinha falado dos meus dotes de bom amante… sonhava com duas bocas, dois clitóris juntinhos para lamber, para penetrar. Adorava que me lambessem os tomates enquanto fodia a minha noiva. Que me lambesses o rabo, ali entre o saco e o ânus. Gostava de experimentar um dildo também, ser enrabado por ela com um strap-on. Sei lá uma fantasia. Nunca me achei gay, mas sempre gostei que me fizessem isso. Ela não sabia. Desejos recalcados.
Sonhava com isso e sentia-me ficar húmido, sentia uma língua e outra passando pelo meu caralho. Sonho tão intenso, nunca me tinha acontecido. Abro os olhos e vejo que tinha afinal realmente duas bocas a ocuparem-se de mim. Fiquei pasmado… era ela, a minha noiva, e um amigo dela. Não sabia como reagir, o que dizer. Não era propriamente o que estava à espera.
Não tive tempo de reagir. Ela agarrou no meu pau duro e apontou-o para a boca do Miguel e ele não se fez rogado e eu também não. Não tinha tido ainda experiência de ser mamado por um homem e é bem diferente. Enquanto isso, ela subiu, colocou as pernas no sofá e ofereceu-me o clitóris. Estava radiante. Ela estava excitadíssima, bem húmida. Penetrei-a com um dedo, dois e ela gritou de prazer.
Como boa amante, ela comandava. Passado um bocado disse que me queria mamar, lambeu fervorosamente o meu pau ao meu tempo que o Miguel e depois levantou o amigo e colocou o pau dele à altura da minha boca. Queria ver-me mamar um caralho, queria ver um gajo a foder-me a boca. Ainda recuei um pouco, mas as mãos dela e dele não me deixaram escapar. Abocanhei-o, senti-lhe a precum a cair-me na garganta, o vai e vem dos rins dele e comecei a gostar. Era maravilhoso como experiência, agarrei a verga e comecei a comandar a mamada. Ela, cada vez mais excitada, baixou-se e começou a mamar-me como ainda não o tinha feito, como se tivesse guardado segredos para este dia.
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Sem saber porquê, eu salivava… saliva escorria pelos cantos da minha boca, acho que ajudada pela precum do Miguel. Raios o que ele molhava!!
Mais uma vez ela queria comandar as hostes. Levantámo-nos. Retirou da mala dela um creme e depois de lamber o rabo do Miguel, começou a espalhá-lo, a enfiar um dedo, dois enquanto eu olhava. ele gemia, ela gemia… nunca a tinha visto tão excitada. Disse-me para eu me sentar. Assim fiz. Colocou-se de joelhos, começou a lamber-me os tomates, o ânus, deixando-e doido. Quem escorria precum agora era eu. Pôs-me um preservativo com a boca, outro atributo que desconhecia, e ajudou o Miguel a sentar-se em cima de mim. Agarrando na minha verga, foi devagarinho enfiando-a no rabo dele, ao mesmo tempo que o lambia e a minha base também. Estava doido de tesão, tão excitado que nem sei como me não me vim naquele momento.
Lá estava ele a cavalgar em cima de mim, enquanto ela tinha passado da base, para o caralho dele, xupando-o vagarosamente, à cadência dos vai e vens dele em cima do meu colo. Quando o sentiu bem duro suponho, sentou-se ela também. Num ritmo comum, fomos subindo os degraus do prazer.

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O ritmo associava-se à respiração, aos gemidos, à música. Tudo parecia porvir da cadência. Estava excitado, ao rubro, ao pensar que a minha noiva estava a ser comida por outro, por um amigo comum. Mas ela não estava ainda satisfeita. Queria mais, muito mais. Queria que o outro orifício sentisse o pau do Miguel e reservava-me uma surpresa. De pé, todos novamente, eu e o Miguel masturbavamo-nos mutuamente, com um à-vontade que me surpreendia até a mim próprio. Isto nunca tinha passado de ideias, de fantasias, e estava agora a realizar algumas, com o consentimento, aliás, orquestrado pela minha noiva. Confesso que ainda não sei como aguentei tanto tempo. Molhava as minhas mãos, as dele…
Ela pediu-me para eu me virar de costas e me colocar à cão. Assim fiz, na esperança que ela me fosse novamente lamber o rabo. Aquilo sabia extraordinariamente bem. Demorei tanto tempo a saborear estes prazeres como deve ser. E realmente aconteceu. Senti uma língua a passar, devagar, a lamber, a molhar. Mas percebi que não era a dela. Era ele! Ele é que me estava a lamber!
Enquanto isso, ela foi vestindo um strap-on, sem eu me aperceber. Senti algo a querer penetrar-me, duro, quente. Ela proibia que olhasse sequer. Pensei então que era ele, que ela queria que ele me fodesse e ela a ver. Quando estava bem dentro, percebi que não, senti os seios dela nas minhas costas e vi-o a oferecer-me o mangalho dele para xupar. Estava tão excitado por saber que a minha noiva me estava a penetrar que nem recuei perante esse convite. Mamei-o, como nunca pensei que soubesse fazê-lo. Até uma altura em que ele, agarrando na minha cabeça me enfiou o pau dele todo na boca. Senti-a os tomates dele no meu queixo, a ponta da verga no fundo da minha garganta e o ritmo da minha noiva a enrabar-me. Estava no céu? Quase porque sentia-me sem ar.
Depois disso, virou-se e ofereceu-me o rabo dele. Retribuí-lhe o botão de rosa com fervor, do melhor que sabia fazer. E ele gostava, gemia… eu gemia… ela gemia.
Trocámos novamente de posição. O Miguel ofereceu a verga ao ânus da minha noiva e eu continuei a oferecer-lhe o meu.

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E em jeito de comboio, fomos ritmando a cadência para tudo dar certo. Passado um pouco, ela queria novamente o meu, e trocámos. Passei eu a sentir o dele e ela o meu.

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Até que disse que não ia aguentar muito mais. Que estava já a ser doloroso aguentar a descarga. Sentei-me novamente no sofá. Ela começou devagarinho a mamar-me. O Miguel agora sentia-se abandonado. Não fazia parte daquela intimidade? Engano. Ela fez-lhe sinal. Queria mamar-me, mas ao mesmo tempo que ele me enrabasse. E assim fez. Sentou-se, virei-me de lado. Com uma mão ela masturbava-me enquanto me lambia e a outra massajava o clitóris. Veio-se em gritos. E eu também! O Miguel demorou mais um pouco, vindo-se para a minha coxa.

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Deitámo-nos juntinhos. Deixámo-nos ficar o resto daquela tarde assim. os Três, no sofá, agarrados, exaustos.
Tinha tido uma festa surpresa, a realização louca de uma fantasia. A minha noiva e o Miguel que tinham tratado de mim, me tinham feito feliz.
Taurnil Lossehelin (Foto da net)
E uma proposta, espero eu, realizada. Um abraço

para o lado

•Fevereiro 13, 2008 • 5 Comentários

Regresso a Lisboa, mais uma vez.  Estava exausto. Estas viagens cansam, moem, mas trabalho é trabalho e lá ia eu mais uma vez para Lisboa. Não é uma cidade que aprecie muito. Na verdade, acho que o pior é a desordem, a falta de educação, a confusão. Lisboa é uma cidade que se quer cosmopolita, mas que parou no século XV. Nada a ver com Bruxelas ou Paris.

Depois de passar mais de meia hora à procura de um lugar, deixo o carro mal estacionado, longe de casa. Chateado, exausto, coloco finalmente a chave na porta. Para meu espanto havia luz no hall de entrada. A casa deveria estar vazia. Deixo cair o saco de viagem e começo, pé ante pé a percorrer a casa. Luz na cozinha, luz na sala e luz no quarto. Mas estava tudo no sítio! Ladrão não era.

Vou ao quarto, a cama estava desfeita. Alguém tinha dormido ou preparava-se para dormir na minha cama. Local onde queria eu descansar! Estava a ficar zangado, confuso. Mas quem se não tinha visto ninguém? Tiro o casaco, lanço-o para o cadeirão que tinha no quarto erecomeço as minhas buscas.

Vou até ao outro quarto, a luz também estava acesa. Abro a porta e deparo-me com um tipo, de boxers…

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… com o caralho de fora, a apontar para o lado esquerdo. Fiquei parado, espantado e ele também. Acho que não tinha dado conta que tinha entrado na casa.

Balbuciou umas palavras… eu também… acho que nem se lembrou que estava em riste, arma de fora… continuou a justificar-se, que era amigo do meu primo que lhe tinha arranjado a chave de casa para ele passar essa noite… que estava só de passagem… e eu sem palavras, a olhar para baixo, para aquele pau apetitoso.

percebeu que o meu olhar não se dirigia para a cara dele. Olhou ele também e lembrou-se. Levantei a cabeça e vi que corou, parecia um puto apanhado a bater uma por alguém. Ficou ainda mais confuso, a gaguejar! E eu comecei a rir…  disse… “bem, se é para estarmos à vontade, então que também eu esteja à vontade.”

Desejoso disso estava eu. Adorava andar nú pela casa quando morava sozinho, sempre gostei dessa liberdade. Fui ao quarto, o único com cama actualmente, despi-me. Fiquei nu. Disse-lhe que ia tomar banho, que estava moído, que precisava da sensação da água quente. Para ele entrar na casa de banho e contar-me essa história toda.

 Liguei a água, entrei e comecei a lavar-me. E apeteceu-me ser atrevido. Perguntei-lhe se me lavava as costas, se me fazia uma pequena massagem. Ele nem pestanejou, não gaguejou, não balbuciou. Atrevido também, despiu os boxers e entrou na banheira. Pegou no gel duche e começou a acariciar as minhas costas, a massajar-me eroticamente, esfregando também o pau dele… para o lado… no meu rabo.

Virei-me e ele continuou, no meu pescoço, no meu peito, no meu pau, que já estava teso. Pediu-me se queria que me tirasse a espuma. respondi-lhe que sim.  Agarrou no chuveiro e começou a limpar a espuma, primeiro com a água, depois com a língua. Movimentos rotativos, de vai-vém, até chegar à minha verga. Limpou-a cuidadosamente e depois lambia-a de tal maneira lenta, sensual que rapidamente fiquei cheio de precum. ele só dizia que lhe dava trabalho, que tinha sempre que estar a limpar…

Estava quase a vir-me, quase a largar o leite fecundo, quente. Pedi-lhe para parar.  Queria prová-lo, saber como era ter uma para o ladod entro da boca.

Baixei-me, lambi-lhe os tomates… pedi-lhe para colocar uma perna no rebordo da banheira… lambi-lhe entre o ânus e os tomates, o ânus e regressei ao mangalho. Enfiei-o na boca. Chupava-o devagar, com esforço para manter aquele grande pau direito e ele gozava.

Não quis que ele se viesse. Parei. Disse-lhe que precisava de me sentar, de beber alguma coisa, petiscar algo.

E ele, atencioso, preparou-me uma bebida quente, umas bolachas deliciosas que tinha trazido do estrangeiro (fiquei a saber que estava em trânsito). Trocávamos beijos, carícias. Partilhávamos bolachas, acabando em beijos fervorosos.

Acabámos por nos enrolar, por nos lambermos, chuparmos, provando ânus, vergas, mamilos. Até que lhe ofereci o meu, onde ele entrou sem dificuldades, deixando-me em êxtase, sentido-a para o lado, mesmo lá dentro.

Veio-se no meu peludo peito, lambendo cada gota do seu precioso líquido. Vim-me na boca dele, não sobrando gota nos cantos.

E dormimos agarrados, juntos, sentido a verga dele para o lado, a noite inteira junto ao meu corpo.

 Taurnil Lossehelin (Foto da net)

Pensando!

•Janeiro 24, 2008 • 4 Comentários

Estava eu pensando que escrever, que fantasia contar… que vos deixar aqui para sonharem… Não me ocorria nada. Conversas no msn com um amigo bem porreiro (que acho já poder chamar de amigo) com imensas ideias e depois chego aqui e nada.

 Fui pensando e pensando lembrei-me… tantas situações que já me ocorreram e que eu deixo passar, que não anoto para não deixar rasto. Vida complicada esta!!

E assim deixo uma pergunta, participem vocês também.

qual a vossa maior fantasia?

Sem inibições, a net providencia isso. Vá. deixem aqui… eu romanceio-a depois.

Um abraço e obrigado a todos.

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Regressar…

•Janeiro 7, 2008 • 3 Comentários

devagarinho, espreguiçando-se…

ficar a pensar…

e com um sorriso, acolher 2008, e novas fantasias!!

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Chegou o Natal…

•Dezembro 20, 2007 • 6 Comentários

… e os presentes no sapatinho

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Um ano novo cheio de fantasias!!

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dúvidas de um jovem

•Dezembro 17, 2007 • 6 Comentários

Nunca me tinha acontecido, mas hoje aconteceu. Um tipo veio ver-me no trabalho. Queria tirar uma dúvidas porque vai fazer um exame para subir de categoria. Eu podia ajudá-lo. Procurei o que tinha e estive a conversar com ele um bocado, para que o dossier dele ficasse impecável.

Nunca pensei ficar com um tesão do caraças. Jovem, não muito alto, definido… espreitava por cima da camisola porque entrevia uns pêlos. Ai que tesão!! Não sei se dava para ver, mas gostava que se visse.

Passava a língua pelos lábios… estariam secos? seria um convite? Pose lasciva que me deixava ainda mais doido de prazer. Fiz de tudo para atrasar a conversa, demorá-lo mais um pouco, deixá-lo ao meu lado só mais uns instantes.

Queria passar a minha língua naquele corpo, sentir a língua dele; passar a mão por entre aqueles peitos que imaginava peludinhos q.b.; senti-lo beijá-lo os meus.

Queria lamber aquele caralho, que via como médio, pêlos um pouco rapados, senti-lo na boca, nos lábios, na língua. Queriavê-lo a deliciar-se com o meu, dizendo o bem que lhe sabia.

Queria lamber aquele rabo bem feito, deixar que ele faça o mesmo. Sentir ser penetrado e penetrá-lo a ele.

Queria…

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Foi embora, acho que não o verei tão cedo. Estendeu a mão, estendi a minha com medo de deixar transparecer o meu estado febril, de ânsia, de desassossego.

Quero-o para mim. Quero-te para mim R.

Taurnil Lossehelin (Foto da net)

Eu e os meus vizinhos parte_3

•Dezembro 3, 2007 • 1 Comentário

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O Paulo entretanto estava mais à vontade e despiu-se. Ele em pé e eu continuava sentado no chão, ia admirando o corpo dele. Realmente um rapaz bem parecido, não fazia a idade que tinha. Parecia um pouco mais velho, dando-lhe um ar viril apetecível. Começou a mexer no membro, deixando-o bem exposto, dando vontade de o agarrar, de o lamber.

Entretanto, a Ana, já toda nua, tinha optado pelo sofá. Deitando, deixando antever a luxúria que devia estar a imaginar.

Estas visões deixavam-me louco, não sabia por onde optar. Fiquei onde estava. Observador atento dos comportamentos. E foi uma sábia decisão. O Paulo aproximou-se da irmã e começou a lamber-lhe os mamilos, a barriga, descendo suavemente até ao clitóris, o qual, humedecendo um dedo, na boca da Ana, penetrou devagar. Eu masturbava-me suavemente, com tempo, observando os debates amorosos dos irmãos. Começou depois a fazer-lhe um minete, suavemente, língua bem devagar. Num pequeno intervalo, disse-me para me colocar sobre a sua irmã, rabo e pila perto da cona dela. Assim fiz, deixando a verga para trás, estendi-me sobre o corpo, aproveitando para troca de linguados luxuriantes. Ele ia lambendo meu ânus, minhas bolas, meu caralho e o clitóris dela. Gemíamos os dois, contorciamo-nos de prazer. Mas para ela não chegava.

Fez sinal que se queria levantar, disse que queria ser penetrada, mas com uma condição. Que fosse o irmão e que eu lhe colocasse o dildo que ela retirou do meio da roupa dela. O Paulo deitou-se no chão, lambi o dildo para o humedecer, o ânus gostoso dele e devagar, humedecendo aos poucos com a língua ia-o enfiando. Como ele não estava com grande tesão, admiração nossa, aliás, aproveitei a ocasião para colocar na boca o membro dele, xupando-o devagar, com a língua na cabecinha. Ajudei-a a sentar-se.

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O dildo ficou preso entre as pernas dele. Ela subia, descia, subia, descia, mostrando arte. Eu doido de prazer fui me chegando, lambendo o ânus, as bolas, a cona, subindo para o peito, e expondo à frente dela o meu caralho bem húmido. Ela lambeu a precum e começou a mamar-me enquanto era penetrada pelo irmão. estava a ser uma foda fenomenal. Maspara ela continuava a não chegar. Virou-se e ficou de frente para o rimão e disse-me que também o queria sentir dentro dela. Fiz jeitos de começar a penetrar o ânus mas ela não queria. Queria os dois na cona, sentir dois ao mesmo tempo, no mesmo sítio.

Doeu de início, mais ao Paulo do que a mim. Pelo menos assim parecia porque ele gritava baixinho. Mas pensando bem, poderia ser de prazer. Foi espectacular, não sei como descrever. Já tinha visto em filmes porno isso acontecer, mas nunca experimentado. Fiquei tão doido que ia-me vindo, passado uns minutos. Retirei-o e fiquei parado um pouco a observar a cena.

Passado um bocado, ela estava novamente deitada no sofá, pernas abertas, penetrada pelo irmão. Percebi que ela não queria que a fodesse sozinho, só acompanhado pela do irmão. Mas isso agora já estava fora de questão, com pena minha. Comecei então a lamber o caralho que entrava e saía, ao mesmo tempo que saboreava aquela boa cona. Os dois ficaram loucos. Gritavam de prazer. Se não fosse a música, acho que o prédio acorria todo. Fui depois para trás dele. Lambi-lhe o rabo e comecei a penetrá-lo. E num ápice estávamos a fazer um comboio de prazer.

Viemos-nos passado pouco tempo para o peito do Paulo. Ela pelo que soube duas vezes.Em jeito de final, começamos ela e eu a lamber a esporra, descendo para o caralho e dando um beijo apaixonado com a verga dele pelo meio. Quase que se veio novamente.

Foi a última (e única) experiência com os dois. Mudaram-se passado pouco tempo. Nunca mais os vi, infelizmente. mas penso neles, ai se penso!!

Taurnil Lossehelin (Foto da net)

tempos de faculdade_2

•Novembro 25, 2007 • 1 Comentário

Deitei-me também. De lado para permitir o meu voyeurismo, braço afastado do corpo, a roçar o dele, perto da cintura. Com pena minha, acabei por adormecer.

Acordei, não sei quanto tempo passou. A noite estava escura ainda, ou seria dos estores fechado, não sei.

Doía-me a mão, sentia formigueiro, não sabia a razão; mal a conseguia mexer. Na penumbra, na pouca luz vinda das frestas dos estores consegui perceber que ele se tinha virado, ficando o corpo em cima dela. Tentei movimentar-me, mexer os dedos, e percebo que ela tinha ficado mesmo por baixo da sua verga. Sentia-a a respirar, o coração a bater, ritmado, quase ofegante, roçando-se. Estaria ele a sonhar, quereria ele sentir-me, provocar-me.

Mexi os dedos, devagar, senti-a os tomates, e o tesão dele. Mexeu-se ele, virou-se, deixou-me observar o alto nas cuecas… pedrificado, sem saber como continuar, se deveria continuar.

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Não sei como, nem sei onde arranjei coragem, a minha mão passeou no peito dele, devagarinho nos mamilos humedeci meus dedos e deixei-os escorregar, brincar com a ponta bem dura. estava muito excitado, o meu caralho saía dos boxers que trazia vestidos. Mas não avançava, não descia.

Mexeu-se mais uma vez. Retraí-me, não fosse ele acordar. O braço largou a cabeça, desceu pelo corpo e parou junto à minha verga, mão aberta, roçando-lhe a ponta.

Não resisti, coloquei-a na mão dele, pensei que ele estaria à espera disso, teria deixado ali a mão propositadamente. A mão dele fechou-se na minha verga.

Voltei a passar a minha mão pelo torso, descendo bem devagar até às cuecas. A pelugem dele deixava-me louco. procurei debruçar-me sobre ele, beijei-o no mamilo, nos pelos, nas cuecas duras de prazer e voltei a recostar-me. Tirei-lhe com a mão o mastro para fora. era belo, não circuncizado, veias salientes, nem grande nem pequeno, perfeito, como gosto. Lentamente comecei a masturbá-lo, devagar. Não queria que acordasse… o mistério se desvaneceria rapidamente.

Mas que fazer, eu estava louco de prazer, queria mais, sem saber como nem se devia. E não me atrevi. A mão dele frouxa já pouco ligava ao meu pau que ardentemente desejava ser segurado por aquela sedosa pele.

Continuei a masturbá-lo, com mais vigor.

Mexeu-se novamente. Ligeiramente de lado, mas minha mão junto ainda de meu caralho. Apenas eu não poderia mais chegar a dele. pensei que estaria para se vir e não queria, devia ser isso. Percebi que discretamente colocou a sua verga na cueca, que me agarrou a minha, que mexia com força, queria que me viesse?

Pelo menos não resisti muito tempo. Fiquei rapidamente húmido, gemendo de prazer, a mão dele envolvida na minha secreção pastosa. Retirou o braço, não o vi limpar a mão, não consegui, nem sei se limpou.

Acordámos já o sol raiava há muito. De nada falámos, nem devíamos… no fundo tinha sido quase que em segredo.

Hoje perdi-lhe o rasto.

Taurnil Lossehelin (Foto da net)