Saudade
•Março 30, 2008 • 3 Comentáriosdescanso na serra
•Março 25, 2008 • 4 Comentários“Festa surpresa”
•Fevereiro 18, 2008 • 10 Comentáriospara o lado
•Fevereiro 13, 2008 • 5 ComentáriosRegresso a Lisboa, mais uma vez. Estava exausto. Estas viagens cansam, moem, mas trabalho é trabalho e lá ia eu mais uma vez para Lisboa. Não é uma cidade que aprecie muito. Na verdade, acho que o pior é a desordem, a falta de educação, a confusão. Lisboa é uma cidade que se quer cosmopolita, mas que parou no século XV. Nada a ver com Bruxelas ou Paris.
Depois de passar mais de meia hora à procura de um lugar, deixo o carro mal estacionado, longe de casa. Chateado, exausto, coloco finalmente a chave na porta. Para meu espanto havia luz no hall de entrada. A casa deveria estar vazia. Deixo cair o saco de viagem e começo, pé ante pé a percorrer a casa. Luz na cozinha, luz na sala e luz no quarto. Mas estava tudo no sítio! Ladrão não era.
Vou ao quarto, a cama estava desfeita. Alguém tinha dormido ou preparava-se para dormir na minha cama. Local onde queria eu descansar! Estava a ficar zangado, confuso. Mas quem se não tinha visto ninguém? Tiro o casaco, lanço-o para o cadeirão que tinha no quarto erecomeço as minhas buscas.
Vou até ao outro quarto, a luz também estava acesa. Abro a porta e deparo-me com um tipo, de boxers…

… com o caralho de fora, a apontar para o lado esquerdo. Fiquei parado, espantado e ele também. Acho que não tinha dado conta que tinha entrado na casa.
Balbuciou umas palavras… eu também… acho que nem se lembrou que estava em riste, arma de fora… continuou a justificar-se, que era amigo do meu primo que lhe tinha arranjado a chave de casa para ele passar essa noite… que estava só de passagem… e eu sem palavras, a olhar para baixo, para aquele pau apetitoso.
percebeu que o meu olhar não se dirigia para a cara dele. Olhou ele também e lembrou-se. Levantei a cabeça e vi que corou, parecia um puto apanhado a bater uma por alguém. Ficou ainda mais confuso, a gaguejar! E eu comecei a rir… disse… “bem, se é para estarmos à vontade, então que também eu esteja à vontade.”
Desejoso disso estava eu. Adorava andar nú pela casa quando morava sozinho, sempre gostei dessa liberdade. Fui ao quarto, o único com cama actualmente, despi-me. Fiquei nu. Disse-lhe que ia tomar banho, que estava moído, que precisava da sensação da água quente. Para ele entrar na casa de banho e contar-me essa história toda.
Liguei a água, entrei e comecei a lavar-me. E apeteceu-me ser atrevido. Perguntei-lhe se me lavava as costas, se me fazia uma pequena massagem. Ele nem pestanejou, não gaguejou, não balbuciou. Atrevido também, despiu os boxers e entrou na banheira. Pegou no gel duche e começou a acariciar as minhas costas, a massajar-me eroticamente, esfregando também o pau dele… para o lado… no meu rabo.
Virei-me e ele continuou, no meu pescoço, no meu peito, no meu pau, que já estava teso. Pediu-me se queria que me tirasse a espuma. respondi-lhe que sim. Agarrou no chuveiro e começou a limpar a espuma, primeiro com a água, depois com a língua. Movimentos rotativos, de vai-vém, até chegar à minha verga. Limpou-a cuidadosamente e depois lambia-a de tal maneira lenta, sensual que rapidamente fiquei cheio de precum. ele só dizia que lhe dava trabalho, que tinha sempre que estar a limpar…
Estava quase a vir-me, quase a largar o leite fecundo, quente. Pedi-lhe para parar. Queria prová-lo, saber como era ter uma para o ladod entro da boca.
Baixei-me, lambi-lhe os tomates… pedi-lhe para colocar uma perna no rebordo da banheira… lambi-lhe entre o ânus e os tomates, o ânus e regressei ao mangalho. Enfiei-o na boca. Chupava-o devagar, com esforço para manter aquele grande pau direito e ele gozava.
Não quis que ele se viesse. Parei. Disse-lhe que precisava de me sentar, de beber alguma coisa, petiscar algo.
E ele, atencioso, preparou-me uma bebida quente, umas bolachas deliciosas que tinha trazido do estrangeiro (fiquei a saber que estava em trânsito). Trocávamos beijos, carícias. Partilhávamos bolachas, acabando em beijos fervorosos.
Acabámos por nos enrolar, por nos lambermos, chuparmos, provando ânus, vergas, mamilos. Até que lhe ofereci o meu, onde ele entrou sem dificuldades, deixando-me em êxtase, sentido-a para o lado, mesmo lá dentro.
Veio-se no meu peludo peito, lambendo cada gota do seu precioso líquido. Vim-me na boca dele, não sobrando gota nos cantos.
E dormimos agarrados, juntos, sentido a verga dele para o lado, a noite inteira junto ao meu corpo.
Taurnil Lossehelin (Foto da net)
Pensando!
•Janeiro 24, 2008 • 4 ComentáriosEstava eu pensando que escrever, que fantasia contar… que vos deixar aqui para sonharem… Não me ocorria nada. Conversas no msn com um amigo bem porreiro (que acho já poder chamar de amigo) com imensas ideias e depois chego aqui e nada.
Fui pensando e pensando lembrei-me… tantas situações que já me ocorreram e que eu deixo passar, que não anoto para não deixar rasto. Vida complicada esta!!
E assim deixo uma pergunta, participem vocês também.
qual a vossa maior fantasia?
Sem inibições, a net providencia isso. Vá. deixem aqui… eu romanceio-a depois.
Um abraço e obrigado a todos.

Regressar…
•Janeiro 7, 2008 • 3 ComentáriosChegou o Natal…
•Dezembro 20, 2007 • 6 Comentáriosdúvidas de um jovem
•Dezembro 17, 2007 • 6 ComentáriosNunca me tinha acontecido, mas hoje aconteceu. Um tipo veio ver-me no trabalho. Queria tirar uma dúvidas porque vai fazer um exame para subir de categoria. Eu podia ajudá-lo. Procurei o que tinha e estive a conversar com ele um bocado, para que o dossier dele ficasse impecável.
Nunca pensei ficar com um tesão do caraças. Jovem, não muito alto, definido… espreitava por cima da camisola porque entrevia uns pêlos. Ai que tesão!! Não sei se dava para ver, mas gostava que se visse.
Passava a língua pelos lábios… estariam secos? seria um convite? Pose lasciva que me deixava ainda mais doido de prazer. Fiz de tudo para atrasar a conversa, demorá-lo mais um pouco, deixá-lo ao meu lado só mais uns instantes.
Queria passar a minha língua naquele corpo, sentir a língua dele; passar a mão por entre aqueles peitos que imaginava peludinhos q.b.; senti-lo beijá-lo os meus.
Queria lamber aquele caralho, que via como médio, pêlos um pouco rapados, senti-lo na boca, nos lábios, na língua. Queriavê-lo a deliciar-se com o meu, dizendo o bem que lhe sabia.
Queria lamber aquele rabo bem feito, deixar que ele faça o mesmo. Sentir ser penetrado e penetrá-lo a ele.
Queria…
Foi embora, acho que não o verei tão cedo. Estendeu a mão, estendi a minha com medo de deixar transparecer o meu estado febril, de ânsia, de desassossego.
Quero-o para mim. Quero-te para mim R.
Taurnil Lossehelin (Foto da net)
Eu e os meus vizinhos parte_3
•Dezembro 3, 2007 • 1 ComentárioO Paulo entretanto estava mais à vontade e despiu-se. Ele em pé e eu continuava sentado no chão, ia admirando o corpo dele. Realmente um rapaz bem parecido, não fazia a idade que tinha. Parecia um pouco mais velho, dando-lhe um ar viril apetecível. Começou a mexer no membro, deixando-o bem exposto, dando vontade de o agarrar, de o lamber.
Entretanto, a Ana, já toda nua, tinha optado pelo sofá. Deitando, deixando antever a luxúria que devia estar a imaginar.
Estas visões deixavam-me louco, não sabia por onde optar. Fiquei onde estava. Observador atento dos comportamentos. E foi uma sábia decisão. O Paulo aproximou-se da irmã e começou a lamber-lhe os mamilos, a barriga, descendo suavemente até ao clitóris, o qual, humedecendo um dedo, na boca da Ana, penetrou devagar. Eu masturbava-me suavemente, com tempo, observando os debates amorosos dos irmãos. Começou depois a fazer-lhe um minete, suavemente, língua bem devagar. Num pequeno intervalo, disse-me para me colocar sobre a sua irmã, rabo e pila perto da cona dela. Assim fiz, deixando a verga para trás, estendi-me sobre o corpo, aproveitando para troca de linguados luxuriantes. Ele ia lambendo meu ânus, minhas bolas, meu caralho e o clitóris dela. Gemíamos os dois, contorciamo-nos de prazer. Mas para ela não chegava.
Fez sinal que se queria levantar, disse que queria ser penetrada, mas com uma condição. Que fosse o irmão e que eu lhe colocasse o dildo que ela retirou do meio da roupa dela. O Paulo deitou-se no chão, lambi o dildo para o humedecer, o ânus gostoso dele e devagar, humedecendo aos poucos com a língua ia-o enfiando. Como ele não estava com grande tesão, admiração nossa, aliás, aproveitei a ocasião para colocar na boca o membro dele, xupando-o devagar, com a língua na cabecinha. Ajudei-a a sentar-se.
O dildo ficou preso entre as pernas dele. Ela subia, descia, subia, descia, mostrando arte. Eu doido de prazer fui me chegando, lambendo o ânus, as bolas, a cona, subindo para o peito, e expondo à frente dela o meu caralho bem húmido. Ela lambeu a precum e começou a mamar-me enquanto era penetrada pelo irmão. estava a ser uma foda fenomenal. Maspara ela continuava a não chegar. Virou-se e ficou de frente para o rimão e disse-me que também o queria sentir dentro dela. Fiz jeitos de começar a penetrar o ânus mas ela não queria. Queria os dois na cona, sentir dois ao mesmo tempo, no mesmo sítio.
Doeu de início, mais ao Paulo do que a mim. Pelo menos assim parecia porque ele gritava baixinho. Mas pensando bem, poderia ser de prazer. Foi espectacular, não sei como descrever. Já tinha visto em filmes porno isso acontecer, mas nunca experimentado. Fiquei tão doido que ia-me vindo, passado uns minutos. Retirei-o e fiquei parado um pouco a observar a cena.
Passado um bocado, ela estava novamente deitada no sofá, pernas abertas, penetrada pelo irmão. Percebi que ela não queria que a fodesse sozinho, só acompanhado pela do irmão. Mas isso agora já estava fora de questão, com pena minha. Comecei então a lamber o caralho que entrava e saía, ao mesmo tempo que saboreava aquela boa cona. Os dois ficaram loucos. Gritavam de prazer. Se não fosse a música, acho que o prédio acorria todo. Fui depois para trás dele. Lambi-lhe o rabo e comecei a penetrá-lo. E num ápice estávamos a fazer um comboio de prazer.
Viemos-nos passado pouco tempo para o peito do Paulo. Ela pelo que soube duas vezes.Em jeito de final, começamos ela e eu a lamber a esporra, descendo para o caralho e dando um beijo apaixonado com a verga dele pelo meio. Quase que se veio novamente.
Foi a última (e única) experiência com os dois. Mudaram-se passado pouco tempo. Nunca mais os vi, infelizmente. mas penso neles, ai se penso!!
Taurnil Lossehelin (Foto da net)
tempos de faculdade_2
•Novembro 25, 2007 • 1 ComentárioDeitei-me também. De lado para permitir o meu voyeurismo, braço afastado do corpo, a roçar o dele, perto da cintura. Com pena minha, acabei por adormecer.
Acordei, não sei quanto tempo passou. A noite estava escura ainda, ou seria dos estores fechado, não sei.
Doía-me a mão, sentia formigueiro, não sabia a razão; mal a conseguia mexer. Na penumbra, na pouca luz vinda das frestas dos estores consegui perceber que ele se tinha virado, ficando o corpo em cima dela. Tentei movimentar-me, mexer os dedos, e percebo que ela tinha ficado mesmo por baixo da sua verga. Sentia-a a respirar, o coração a bater, ritmado, quase ofegante, roçando-se. Estaria ele a sonhar, quereria ele sentir-me, provocar-me.
Mexi os dedos, devagar, senti-a os tomates, e o tesão dele. Mexeu-se ele, virou-se, deixou-me observar o alto nas cuecas… pedrificado, sem saber como continuar, se deveria continuar.
Não sei como, nem sei onde arranjei coragem, a minha mão passeou no peito dele, devagarinho nos mamilos humedeci meus dedos e deixei-os escorregar, brincar com a ponta bem dura. estava muito excitado, o meu caralho saía dos boxers que trazia vestidos. Mas não avançava, não descia.
Mexeu-se mais uma vez. Retraí-me, não fosse ele acordar. O braço largou a cabeça, desceu pelo corpo e parou junto à minha verga, mão aberta, roçando-lhe a ponta.
Não resisti, coloquei-a na mão dele, pensei que ele estaria à espera disso, teria deixado ali a mão propositadamente. A mão dele fechou-se na minha verga.
Voltei a passar a minha mão pelo torso, descendo bem devagar até às cuecas. A pelugem dele deixava-me louco. procurei debruçar-me sobre ele, beijei-o no mamilo, nos pelos, nas cuecas duras de prazer e voltei a recostar-me. Tirei-lhe com a mão o mastro para fora. era belo, não circuncizado, veias salientes, nem grande nem pequeno, perfeito, como gosto. Lentamente comecei a masturbá-lo, devagar. Não queria que acordasse… o mistério se desvaneceria rapidamente.
Mas que fazer, eu estava louco de prazer, queria mais, sem saber como nem se devia. E não me atrevi. A mão dele frouxa já pouco ligava ao meu pau que ardentemente desejava ser segurado por aquela sedosa pele.
Continuei a masturbá-lo, com mais vigor.
Mexeu-se novamente. Ligeiramente de lado, mas minha mão junto ainda de meu caralho. Apenas eu não poderia mais chegar a dele. pensei que estaria para se vir e não queria, devia ser isso. Percebi que discretamente colocou a sua verga na cueca, que me agarrou a minha, que mexia com força, queria que me viesse?
Pelo menos não resisti muito tempo. Fiquei rapidamente húmido, gemendo de prazer, a mão dele envolvida na minha secreção pastosa. Retirou o braço, não o vi limpar a mão, não consegui, nem sei se limpou.
Acordámos já o sol raiava há muito. De nada falámos, nem devíamos… no fundo tinha sido quase que em segredo.
Hoje perdi-lhe o rasto.
Taurnil Lossehelin (Foto da net)















