Os números de 2010

•Janeiro 4, 2011 • 1 Comentário

Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Mais fresco do que nunca.

Números apetitosos

Imagem de destaque

Um navio de carga médio pode transportar cerca de 4.500 contentores. Este blog foi visitado 20,000 vezes em 2010. Se cada visita fosse um contentor, o seu blog enchia cerca de 4 navios.

 

In 2010, there were 8 new posts, growing the total archive of this blog to 54 posts. Fez upload de 18 imagens, ocupando um total de 833kb. Isso equivale a cerca de 2 imagens por mês.

The busiest day of the year was 6 de Junho with 191 views. The most popular post that day was Perdido [4].

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram biprazer.blogspot.com, noivo.blogspot.com, provocame.blogspot.com, obeijodoce.blogs.sapo.pt e blogger.com

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por pics, bisex, fantasias sexuais gays, sexo bi e pau duro

Atracções em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

Perdido [4] Junho, 2009

2

“Festa surpresa” Fevereiro, 2008
11 comentários

3

Ivo Costa Fevereiro, 2009
11 comentários

4

Fazem vídeos para ficarmos loucos Julho, 2007
14 comentários

5

as minhas fantasias em vídeo Outubro, 2007
3 comentários

Cabeleireiro

•Janeiro 4, 2011 • Deixe um Comentário

Bem, sou humano como todos… e como tal, por vezes tenho de ir cortar o cabelo. reparei que tinha aberto uma barbearia perto de minha casa. Negócio caseiro, não há dinheiro actualmente para abrir grandes salões. É preciso arranjar clientela primeiro disse o Diogo.

Conversa de cabeleireiro, claro. Nunca sabem estar calados, e serve um pouco de psicólogo.

Tinha tirado o curso há pouco tempo. Rapaz novo, não tem mais de 25 anos. Fiquei apreensivo com a revelação. Estava a entregar o meu cabelo (e cabeça) a um maçarico. Sabe-se lá o que podia acontecer. Chatice. Se soubesse antes, pensei eu, não teria entrado.

“Cabelo curto dos lados, geralmente pente dois e à tesoura em cima, mas curto também”. Tentei explicar-lhe ao máximo como queria o cabelo. Acho que ele reparou que eu estava nervoso. Disse para me acalmar, que apesar de tirar o curso há pouco tempo tinha muita experiência. O curso tinha sido um proforma para poder abrir negócio próprio e sair de casa dos pais. Barbeiro de profissão, tinha trabalhado na barbearia do pai uns anos.

Fui-me deixando levar pela conversa, olhando um pouco à minha volta. Sala modesta, via-se que era alguém com algumas dificuldades a tentar safar-se na vida. Comecei a simpatizar com o Diogo. Era giro também, magro, mas bem feito, com tudo no sítio e um enchumaço nas calças que não enganava ninguém. Acho que ele também me achava atraente.

Progressivamente foi aproximando-se cada vez mais dos meus ombros, da mão que estava apoiada nos braços da cadeira… roçando aquele enchumaço para que sentisse o quão duro estava.

Não pude resistir e entrei naquele jogo. Deixei-me levar. Comecei a entrar no jogo. A aproximar o meu corpo do dele sempre que ele vinha para os lados. Confesso que comecei também a ficar de pau duro. Cheio de tesão. A sentir os boxers húmidos.

Ele insistia, continuava o jogo. Não parava de cortar o cabelo, sempre com ar sério, muito profissional. E eu continuava a seguir o jogo, a roçar-me nele.

Estava a ficar cada vez mais quente. Ele já nem se esforçava para disfarçar. Alçou a perna e colocou-se por cima da minha, movendo-se num vai e vem ao mesmo tempo que continuava sério, com ar profissional a cortar-me o cabelo.

Aquele ar sério começava a tirar-me  a mim do sério. eu estava doido de tesão, sentindo agora aquele rabo a roçar no meu pau. Quase que me vim.

Acabou de cortar o cabelo, foi buscar o espelho e começou a mostrar-me o corte. Comecei a pensar se ficaríamos por ali. Sem nada mais a não ser o roçar dos corpos.

Perguntou-me se queria lavar o cabelo. Disse-lhe que preferia porque ia trabalhar a seguir. Disse-me para despir a camisa para ele sacudir os cabelos. Assim fiz, e assim fez ele. Adiando sempre.

Sentei-me na rampa de lavagem, lavou-me suavemente o cabelo, quase massajando. Deixando-me novamente louco de tesão.

Rodou depois a cadeira para o lado para me secar o cabelo. Continuava quase deitado naquela cadeira e para minha surpresa sinto o caralho dele a passar por cima da minha cabeça, a cadeira balouça mais para trás e tenho-o junto da minha boca. Ele tinha despido as calças e as cuecas. Estavam no fundo das pernas, e tinha agora o pau dele na minha boca. Não era muito grande, mas grosso q.b.. Dava muito prazer. Era o que interessava. Reparei também que ele era bastante peludo à volta do pénis.

Começa a foder-me a boca. Num vai e vem que não conseguia controlar.  As minhas mãoes estavam ocupadas a libertar o meu, a masturbar-me. Ele enfiava tudo o que podia, sentia os tomates dele junto ao meu nariz, quase não me deixando respirar. Ele molhava muito, como eu. Tanto que me escorria pelos lados. Mudou de posição. Começou a lamber a pre-cum dele e progressivamente baixou-se até chegar ao meu caralho. Começou a mamá-lo, mas não era propriamente o que o interessava. Começou a lamber-me o rabo, a enfiar um dedo e depois dois. Doía… Saca de um creme que ali tinha (acho que after-shave), besunta-me e enfia três. Gemi de dor e de prazer em simultâneo.

Sem tempo para respirar, já tinha o pau dele dentro do meu rabo. Ele estava tão sedento quanto eu. Notava-se que esperava algo do género há muito tempo. Comia-me o rabo com força, com garra. Chamava-me nomes, mas não me importava. Faz-me sinal para me virar e não esperei que ele repetisse. De joelhos apoiados na cadeira, deixei que ele me fodesse.

Eu estava em êxtase. Raramente fui assim tão passivo, mas soube mesmo bem.

Quando estava para se vir, sacou do mastro, veio até à minha cara e mal tirou o preservativo levei com a esporra na cara. Abre-me a boca com os dedos e enfia o caralho dele, fodendo-ma até ficar mole.

Mas mais uma vez não me deixou sequer respirar. Vira-me de barriga para cima, sentado na cadeira e sem apelo nem agravo senta-se em cima de mim. Num frenesim como ainda não tinha visto venho-me para as nádegas dele. Deixando o leite a escorrer pelas pernas.

Não é preciso dizer que terei de lá voltar. O corte ficou um pouco diferente do que estava habituado, mas enfim. Não nos podemos queixar quando temos serviço completo.

Taurnillossehelin

(Imagem da net, pesquisa google)

 

 

Chegou o Natal

•Dezembro 20, 2010 • Deixe um Comentário

e com ele as coelhinhas e os coelhinhos.

FELIZ NATAL!!

 

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Própero Ano Novo

(Com muito sexo!)

Kaka

•Novembro 23, 2010 • Deixe um Comentário

Há que tempos que tenho vontade de publicar esta imagem. Mas não sabia se era real ou trabalhada. Entretanto, pensei, que se lixe! Real ou não, vale a pena divulgar Apolo junto dos meus leitores. Dizem que é Kaka (que não conheço).

 

Ruivo

•Outubro 21, 2010 • Deixe um Comentário

Meus caros. No ginásio, hoje, mais precisamente nos balneários vi um ruivo lindo de morrer, com um pau fenomenal!
Tenho uma pequena doidice por ruivos e acho que se não houvesse mais gente teria-lhe saltado para a espinha, para o tronco!
Era mesmo fenomenal. Acho que ele reparou que não conseguia tirar os olhos de cima dele. Mas não disse nada. Pena!
Acho que teria sido hoje!!

Aquela noite (from Ricky)

•Maio 31, 2010 • 1 Comentário

Olá caros leitores tesudos!! Chega hoje finalmente a primeira colaboração. Espero que gostem. Já sabem. Se também querem participar, basta enviar um email com o texto (e de preferência as fotos) para fantasias.blog@gmail.com

Noite do dia 12, véspera de meu aniversário de 28 anos, ela veio dormir comigo com uma mala cheia, parecia ter vindo de muda… Na bagagem veio meu presente, um cesto com chocolates, uma garrafa de espumante e duas taças, que acabaram não sendo utilizadas, mais fica pra próxima… Ficamos deitados, conversando sobre amenidades e até cochilando quando o relógio soou meia noite, pronto, o meu presente de verdade iria ser dado, todos os preparativos durante as ultimas semanas enfim seriam reveladas a mim.

De início fui despido, vendado e algemado à cama, ela me beijou a boca, meu pescoço, lambeu meus mamilos brincou com meu pênis e me largou ali, só ouvindo toda a movimentação dela. Sons de metal, couro, roupas, eu estava muito excitado sem saber exatamente o que esperar, alguns minutos se passaram e ela estava pronta, retirou minha venda e eu pude ver enfim meu verdadeiro presente!

Ela vestia-se como uma amazona mitológica, um bustier amarrado deixando a mostra a barriga, o colo, apertando seus seios fartos donde pendia no meio, correntes douradas, na parte de baixo usava um saiote também vermelho e por baixo uma micro-calcinha maravilhosa, se eu estivesse meia bomba naquele momento, certamente teria ficado ereto com aquela imagem, mais não era o caso, fui novamente vendado e sofri um pouco mais com o suspense, ouvi-a subir à cama, ela se posicionou entre minha pernas e senti sua língua quente passar sobre a ponta do meu membro, um arrepio percorreu toda minha espinha, senti meu corpo vibrar  com tanto tesão, dali iniciou-se a felação, ela chupava a cabeça, lambia todo corpo do meu pênis,

lambia o saco, ia até o períneo e voltava fazendo o percurso inverso, depois de algumas chupadas ela levantou minhas pernas de modo que pudesse ter acesso ao meu ânus, senti seu dedo massagear a área e logo em seguida sua língua, nossa! Que loucura, ela sabe o quanto essa região é sensível em meu corpo, e seguiu me arrancando gemidos cada vez mais altos… Mais uma pequena pausa, ouvi sons de plásticos e novamente senti seu dedo procurar meu ânus, ela vestiu uma luva cirúrgica, aplicou lubrificante e me invadiu sem pedir permissão, fui às nuvens com aquilo, e ela seguiu massageando internamente meu ânus, em seguida introduziu mais um dedo e voltou a me chupar, sentia os dedos delas me penetrando enquanto ela engolia todo meu  pênis, eu me retorcia, preso a cama e me segurando para não gozar, foi uma tortura, mais a minha vontade era de ser torturado assim sempre, eu viajei no tesão e quando voltei a  mim já haviam quatro dedos enfiado em meu rabo, ela estava muito safada e pra lá de disposta a me enlouquecer.

Ela parou um minuto dali a pouco veio e retirou a venda, ela já estava sem luva e de costas para mim, onde anteriormente eu via seu saiote semitransparente e a calcinha minúscula, se encontrava tiras de couro negro e apesar de não ver a frente sabia que ela havia trazido um “brinquedo” para participar da festa. Quando ela se virou pude vislumbrar os 15 cm cor de pele do nosso pênis de borracha, já devidamente vestido para me arrombar, eu engoli em seco, não havia muito o que fazer, além do mais eu estava adorando, ela se aproximou de meu rosto e deu seu pau para que eu pudesse retribuir a felação, eu chupei gulosamente como se fosse o mais doce dos pirulitos, e de canto de olho via sua cara de safada e seus olhos brilhando de tesão, ela volto a ficar entre minhas pernas e me posicionou de quatro, lubrificou o strap-on e me invadiu de uma só vez, senti sua cintura colar em minha bunda e a cabeça do brinquedo forçar a parte de cima do meu reto, ela me agarrou pela cintura e começou um vai e vem sensacional, cada vez que ela me invadia eu soltava um suspiro, e ela cada vez mais excitada, me penetrava com mais vontade, num circulo vicioso e cheio do mais puro tesão sexual, ela pedia para eu rebolar em seu pau no que eu atendia prontamente, ela se esfregava, parecia poder sentir no brinquedo todo o tesão daquele momento, mais o fato é que ela estava adorando meter em mim, tanto q teve orgasmos sem ao menos eu ter tocado em sua vagina. Ficamos um bom tempo naquela posição, daí ela me soltou, deitou-se na cama e pediu para eu cavalgar no membro dela, eu sentei devagar, saboreei cada cm do brinquedo me invadir, de olhos fechados e mordendo os lábios fui sentando até sentir meu interior todo preenchido, ela sorria com aquela cena, e eu estava em êxtase, me curvei com o membro atochado em minha bunda e beijei-a profundamente, um beijo intenso e demorado, voltei a posição inicial e comecei a me movimentar, subir e descer, ela q dessa vez suspirava ao ver meu olhar de satisfação, aprovando o maravilhoso presente, eu queria aproveitar cada segundo de tudo aquilo e rebolava como uma verdadeira putinha no cio, sentindo ela dentro de mim, estava tão perfeito que eu parecia poder sentir a vibração do pênis dentro de mim, eu babava de tesão, ela idem, já muito perto de gozar, eu desprendi a cinta da cintura dela e ainda com o pênis plugado ao meu rabo eu a penetrei muito gostoso, ela estava de olhos fechados, e gemia muito, eu batia forte, metia cadenciado e ela cada vez mais gemia, me apertava, me arranhava, me beliscava, me mordia e gozava como nunca a ví gozar, ambos estávamos em êxtase, eu mordiscava os seios dela, lambia, mordia o pescoço e nos beijávamos muito, eu anunciei o gozo e ela também teve um ultimo orgasmo junto ao meu, nós gememos alto, quase gritamos de tanto prazer, eu fiquei esgotado, deitado sobre ela, com o pênis amolecendo dentro dela, enquanto o brinquedo insistia em ñ sair de dentro do meu reguinho que nesse momento já estava suficientemente largo!, Retirei o brinquedo de mim, e meu pênis dela e adormecemos ali juntinhos.

Ela está me prometendo outra noite, ainda mais gostosa que essa narrada hoje, espero que vocês tenham gostado e que assim como eu fiquem ávidos por ler a próxima, assim como ficarei para vivenciá-la.

© Ricky

(imagens da net)

inícios

•Março 27, 2010 • 3 comentários

Domingo de Outono. 4 amigos, a sair da adolescência, jogam às cartas e bebem umas cervejas sagres de litro. A conversa, os cigarros, o jogo, o ambiente… mas principalmente uma tarde de Outono quente levava a beber mais, a rir mais, a conviver mais, a beber mais.

Jovens no esplendor da idade, da descoberta da sexualidade. Troncos nus ou de t’shirt colada pela transpiração a transbordar desejo. 4 amigos jogam às cartas e bebem umas cervejas sagres de litro.

Um deles desiste. Perde novamente ao sobe e desce e desiste. Deita-se no sofá, meio cambaleante… fuma um último cigarro e adormece profundamente. Naquele sono que só o alcool sabe dar.

Entretanto o jogo esmorece, a cerveja acaba.  O João diz que vai a casa e traz mais cerveja. Isso levava pelo menos uma hora e meia. Sabíamos que ia aproveitar para comer, tomar um duche, etc. Atinadinho… não se podia sentir desse modo.

Fiquei eu  e o Rui. Este saca de um cigarro, do chocolate e começa a preparar um charro. Ele estava mesmo à espera da oportunidade. Sabia que com o João isso não seria possível. Fiquei satisfeito de saber que ia curtir mais um bocado. Aquilo ia saber mesmo bem.

Saco entretanto do whysky e começamos a beber pela garrafa. Claro que começamos a ficar com mais calor e despimo-nos, ficando em boxers. Pensamos que na varanda estaríamos melhor e vamos até lá. Sentamos no chão, numa posição em que as nossas pernas entrelaçadas quase deixavam que os pés tocassem no enchumaço dos calções, ingenuidades de grandes adolescentes.

Fomos ficando ali… fumando e bebendo, sentindo a leve brisa vindo da janela refrescar o nosso corpo nu. Já não sabíamos se por vezes aquele tremor da pele era pela brisa ou pelos dedos que tocavam ao de leve os testículos e o pénis através do sedoso algodão.

O Rui acabou por se levantar; precisava de urinar. Deitei-me no chão da marquise e ali fiquei à espera, mas comecei a achar a demora muita e resolvi levantar-me. Estava preocupado. Poderia ser uma desculpa e ele não se estar a sentir bem. Não obstante, na casa de banho não estava. Resolvi ir à sala e encontro-o junto do Pedro, a chegar o caralho e os tomates junto da cara e a rir à gargalhada.

Ria-se e dizia… “já mamou! Abriu a boca para bocejar e eu enfiei-a lá dentro ahahah!”

Estava atónito, sem saber que lhe dizer. Entrei na brincadeira, porque o Rui era pequeno mas bem feito e com bom pau e aquilo estava a dar-me tesão.

Um tesão que se viu. O caralho começou a subir pelos boxers, ficando mais direito… Ele olhava e ria-se. “também queres, é? Anda cá!” Mas eu não conseguia fazer isso ao Diogo.  Perguntou-me se queria ir bater uma. Voltámos para a marquise. Despiu-me os boxers e agarrou-me o pau. Começou levemente a masturbar-me. Eu nem me conseguia mexer de início. Agarrou a minha mão e colocou-a no dele. Estremeci de prazer. Baixou-se lentamente e começou a mamar-me… desajeitadamente… percebi que a experiência dele devia ser como a minha… nenhuma.

Levantou-se e pediu-me que lhe fizesse o mesmo. Engasguei-me logo à primeira, mas depois soube tão bem. O pau dele era grande e grosso, desproporcional ao tamanho do corpo, só comparável aos largos ombros. Comecei a agarrar-lhe as nádegas e a chupar aquele pau com prazer, engasgando-me, é verdade, mas com prazer.

Levantou-me e voltou ele à carga, já com outros gestos, outra língua, outra boca. De uma maneira natural quase. Agarra-me as nádegas e tenta enfiar-me um dedo. Molha-o com saliva e tenta novamente. Era difícil e doí-a. Fomos para o quarto. Deitou-me de costas, rabo levantado e ele de pé. Cospe-me para o rabo e tenta enrabar-me. Tentou três vezes até conseguir. Doeu, não posso negar. Doeu e de que maneira que o expulsei bem rápido.

Tentei eu de seguida. Também tenho o pau grosso e custou imenso até entrar. Mesmo cuspindo (e até fui buscar um bocadinho de gel duche que era o que havia). Acabou por abrir-se e enterrei-o bem fundo. Doeu-lhe imenso que gritou. Assustámo-nos porque o Pedro poderia ter acordado. vamos ver, mas não… continuava a dormir.

Desistimos das enrabade-las e ficamo-nos pela punheta e broche. Foi tão bom que nos viemos duas vezes. A primeira ele ainda tinha o meu pau na boca, mas nem pestanejou. Levantou-se, foi deitar fora, voltou e chupou novamente, sem me dar descanso. Eu não lhe provei o leite. Nunca tive oportunidade porque entretanto o João regressou.

Continuámos a nossa tarde a jogar às cartas, a beber cerveja, a apalpar-nos debaixo da mesa para que o João não topasse. Nunca mais aconteceu, apesar de juras de voltar a tentar as enrrabadê-las.

Taurnillossehelin

(Imagem da net, pesquisa google)