Motards

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Estava deveras cansado. Uma longa viagem de Faro ao Porto de carro é obra. Apenas fica o consolo de poder observar gente boa, viajantes como eu, alguns por prazer outros por obrigação.

Enfim… ia eu nestas reflexões quando pouco antes de Fátima tenho uma grande vontade de urinar. Estranhíssimo porque tinha parado nas bombas de Santarém e agora era obrigado a parar naquela área de serviço meio abandonada que me amedronta um pouco. Nunca gostei de lá parar. As casas de banho são horrorosas. Apenas têm uma vantagem… a pouca privacidade que já me permitiu em tempo ver boas vergas e uma gaja de boas mamas a trocar de roupa interior. Estranho, mas é verdade!

Avançando. Parei então para satisfazer aquela súbita vontade. No fundo, acho que tenho de beber menos água nas viagens. Não estava lá ninguém. Não havia nem mais um carro. O que me deixou ainda mais apreensivo dado nunca ter gostado de lá parar, como já disse.

Dirijo-me à casa de banho. Sozinho não estive com meias medidas. Em vez de abrir só o necessário, desatei o cinto, abri os botões todinhos e fiquei de boxers (gosto de usar boxers de licra, bem apertadinhos) e não me aproximei muito do urinol. Normalmente faço isso porque se aparece um gajo bom, com uma verga jeitosa tenho tendência a crescer e fico embaraçado.

Estava a acabar quando entram dois gajos. Fiquei super corado, juro!! Um deles entra no WC e o outro coloca-se ao meu lado. Olhei um bocado para o lado e reparei que estava com aquelas roupas de motard, em pele, com um fecho que vai do pescoço até um pouco abaixo da braguilha. Sei que existem dois fechos e o gajo poderia ter apenas subido o de baixo.

No entanto, despiu a parte de cima, ficando em tronco nú. E tudo ali mesmo ao meu lado. Podia tê-lo feito por trás de mim, mas não. Despiu-se encostado a mim. Parecia de propósito. Bem… nem imaginam a reacção. Comecei a ficar teso, ainda não bem duro, mas já tinha mais uns centímetros. Não sei se ele reparou, mas quando tirou o mangalho, reparei que era bem grande. Isto é, olhando melhor, via-se que estava já teso, completamente teso. Devia ter uns 20 cm era grosso. O gajo fazia tudo para se exibir.

Naqueles preparos, claro que fiquei completamente teso e não havia maneira de esconder já que estava a uns bons 30 cm do urinol.

O gajo vira-se de frente para mim e começa a masturbar-se. Eu já delirava a pensar no que poderia acontecer.

Agarra-me pelo caralho e, fazendo daquilo uma trela, leva-me para o WC. Percebi que o outro estava à espera disto. Já tinham planeado isso. Se resultasse resultava, se não, bem acho que se vestia e esperava por outro.

Coloca-me de frente para o outro. Ele levanta o capacete, apenas o necessário para abocanhar o meu pau. O outro, por trás, desce-me os boxers e começa a lamber-me o rabo. Estava a delirar. Nunca pensei que fosse acontecer algo assim. Estava doidinho.

Começo a sentir um dedo, e depois outro. O primeiro gajo estava agostar do meu rabinho. Mas Mostrei-lhe que me estava a aleijar. Retira os dedos e continua a lamber-me enquanto o outro continuava com o broxe.

Sinto aos poucos uma coisa grossa e quente a esfregar-se. Queria penetrar-me. Mas não sabia como me ajeitar para que o outro não largasse presa. A boca dele era tão suave. Sabia bem como se faz um broxe. Lá isso era verdade.

Ajeito-me então para ser penetrado por aquele mangalho. Mas antes, queria prová-lo. Virei-me então, desci as costas de maneira a ficar com as pernas direitas para que o outro continuasse a chupar-me. Lambia-me o rabo e os colhões como ninguém.

Acho que nunca tinha sentido uma língua daquelas. Estava em êxtase. Peguei nos mais de 20 cm (sim, era bem grande, não sei precisar, mas era mesmo enorme) e meti o que pude na boca. Era larga, sentiam-se as veias em contacto com os lábios. Mamei-o um bocado. Não foi mais porque ele fez sinal para que me colocasse em posição. Fiz um gesto para lhe mostrar que só me penetraria com preservativo. Mas ele já tinha pensado nisso e tinha-o na mão.

Quando me virei, para meu espanto, reparei que afinal o ele era uma ela. Tinha retirado o capacete e o fato de motard. Os seios eram grandes e deviam doer-lhe dentro do fato, mas devia fazer parte das fantasias daquele casal.

Ela estava aberta, húmida, pronta para que a penetrasse. Pegou num preservativo, colocou-o entre os dentes, e com a boca enfiou-o no meu caralho. Sempre pensei que isso só funcionava nos filmes. Levantou-se, virou-se, dobrou-se, em jeitos de poder penetrá-la. Não esperei mais. Fui directo ao assunto. Já estava a comê-la quando sinto a mão do gajo a humedecer-me com qualquer coisa e depois o mangalho a entrar. Disse-lhe para ir devagar. Um caralho daqueles podia fazer estragos.

Cadenciados, ao mesmo ritmo, fomos movimentando-nos. A gaja gritava, gemia de tal maneira que em redor toda a gente sabia o que se passava ali. Lembrei-me também que a porta tinha ficado entreaberta, mas naquele momento queria lá eu saber da porta. O único movimento que conseguia fazer era aquele e que bem que sabia: para a frente para dentro dela… para trás e sentia-o dentro de mim. Que luxo!!

Já me estava quase a vir e rapidamente percebi que ele também. Tirou a verga, colocámo-nos lado a lado e ela, de gatas, de boca aberta à espera. O caralho dele parecia enorme, bem maior agora que estava para se esporrar. Era soberbo. Não tinha olhado bem para ele ainda. Direito, sem desvio, apontava para cima, de forma regular. Não era circuncidado e viam-se perfeitamente as veias.

Ela era bem gira também. Carinha perfeita, cabelos escuros até aos ombros, ondulados. Os seios redondos, grandes, com biquinho bem saliente. Mas aposição em que estava impedia-me de ver mais além. É verdade que como se estava delirantemente a masturbar, a mão também me impedia de observar aquela zona. Percebia, no entanto, que se tinha rapado.

Continuámos a masturbar-nos. Ela pegou com a boca a minha piça e chupou-me de tal maneira que me vim rapidamente na boca dela. A esporra escorria-lhe pelos cantos da boca quando mudou para a dele. Não lhe cabia toda na boca. Ver que ela estava a fazer-lhe um broche, enquanto saía pelos lados a minha esporra fez-me ficar teso novamente, com uma rapidez que até me surpreendeu. Ele veio-se rapidamente também. Com certeza aquela sensação devia exitá-lo bastante também. Eu confesso que teria tido algum nojo se tivesse sido ao contrário.

Saíram do WC sem se vestirem. Lá fora estavam dois gajos nos urinóis. Olharam para nós com ar satisfeito. Dava perfeitamente para perceber que estavam bem tesos a masturbarem-se enquanto espreitavam pela porta e deliravam com os gritos dela. Um deles nem disfarçou e virou-se para nós, pensando que também iria ter festa. Confesso que apesar de ainda estar teso, estava todo dorido porque o WC era pequeno e as posições desconfortáveis.

O motard virou-se para eles e com um ar perfeitamente provocatório arrumou o mangalho e vestiu-se, dizendo: “Brinquem lá agora vocês os dois para nós vermos!” Os gajos ficaram boquiabertos, sem saber que fazer. Ele repetiu, acrescentando se eles não estavam a perceber, se eram estrangeiros. Viraram-se um para o outro, pegaram nas vergas e começaram a masturbar-se. Mas via-se perfeitamente que estavam incomodados. Não contavam com aquela sequência de acontecimentos. A gaja apenas se ria. Eu próprio não me estava a sentir bem com a situação. Continuava de calças para baixo, caralho teso à mostra. Decididamente, aquela não seria uma viagem como as outras.

O motard deu ordens mais uma vez. Mandou-os colocarem-se de joelhos e chuparem os nossos caralhos. Não sei se por medo ou por contentamento, obedeceram imediatamente. Enquanto isso, ela enfiou a mão no fato e recomeçou a masturbar-se. Gemia mais uma vez, de forma bem barulhenta. Acho que se devia ouvir nas redondezas. O gajo segurava nas duas cabeças com as mãos. A posição dele não devia ser muito confortável, mas percebi que queria dar leite naquelas bocas atrevidas. Apesar de me ter vindo há pouco tempo, vim-me rapidamente. O tipo bem tentou fugir, mas o motard não lhe deu hipótese. Ficou a tossir durante um bocado. O que o mamava a ele também. Teve de levar com tudo na boca. Entretanto, já a gaja se tinha vindo também.

Vestiram-se e foram-se embora. Ainda os vi a saírem na moto. Bem coladinhos um ao outro. Ela as mãos à volta da cintura dele, bem enfiadas nas virilhas.

Eu estava de rastos e ainda tinha de chegar ao Porto. Não olhei para trás. Não sei dos dois gajos que estavam na casa de banho. Entrei no carro. Doía-me o rabo e teria de aguentar isso o resto do caminho.

Confesso que não parei mais naquele WC. Não por causa dos motards, foi um gozo estupendo. Deixei de parar lá definitivamente com receio de me encontrar com aqueles dois. Sem a “respeitável” figura do motard o que teria acontecido?

(Foto retirada de http://groups.yahoo.com/group/motards_e_sexo/)

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~ por taurnillossehelin18 em Junho 5, 2007.

4 Respostas to “Motards”

  1. OI!!
    Primeira vez passando por aqui!! E me deparo com uma boa surpresa!! estou “linkado” em seu blog!! Muito obrigado e obrigado pela visita tb!
    Gostei muito do seu blog e vou voltar mais vezes pra ler com mais calma!
    Um grande abraço

  2. Olá
    Vim agradecer a visita ao meu blog, o que fico contente…
    Espero que tenha gostado, tenho novo post

  3. nao sou motard mas gostava de andar numa e mamar o pau de um motard e levar com ele neste cu apertado

  4. obrigado. Ultimamente tenho visto tantos e lembrado disto!!

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