para o lado

Regresso a Lisboa, mais uma vez.  Estava exausto. Estas viagens cansam, moem, mas trabalho é trabalho e lá ia eu mais uma vez para Lisboa. Não é uma cidade que aprecie muito. Na verdade, acho que o pior é a desordem, a falta de educação, a confusão. Lisboa é uma cidade que se quer cosmopolita, mas que parou no século XV. Nada a ver com Bruxelas ou Paris.

Depois de passar mais de meia hora à procura de um lugar, deixo o carro mal estacionado, longe de casa. Chateado, exausto, coloco finalmente a chave na porta. Para meu espanto havia luz no hall de entrada. A casa deveria estar vazia. Deixo cair o saco de viagem e começo, pé ante pé a percorrer a casa. Luz na cozinha, luz na sala e luz no quarto. Mas estava tudo no sítio! Ladrão não era.

Vou ao quarto, a cama estava desfeita. Alguém tinha dormido ou preparava-se para dormir na minha cama. Local onde queria eu descansar! Estava a ficar zangado, confuso. Mas quem se não tinha visto ninguém? Tiro o casaco, lanço-o para o cadeirão que tinha no quarto erecomeço as minhas buscas.

Vou até ao outro quarto, a luz também estava acesa. Abro a porta e deparo-me com um tipo, de boxers…

para-o-lado.jpg

… com o caralho de fora, a apontar para o lado esquerdo. Fiquei parado, espantado e ele também. Acho que não tinha dado conta que tinha entrado na casa.

Balbuciou umas palavras… eu também… acho que nem se lembrou que estava em riste, arma de fora… continuou a justificar-se, que era amigo do meu primo que lhe tinha arranjado a chave de casa para ele passar essa noite… que estava só de passagem… e eu sem palavras, a olhar para baixo, para aquele pau apetitoso.

percebeu que o meu olhar não se dirigia para a cara dele. Olhou ele também e lembrou-se. Levantei a cabeça e vi que corou, parecia um puto apanhado a bater uma por alguém. Ficou ainda mais confuso, a gaguejar! E eu comecei a rir…  disse… “bem, se é para estarmos à vontade, então que também eu esteja à vontade.”

Desejoso disso estava eu. Adorava andar nú pela casa quando morava sozinho, sempre gostei dessa liberdade. Fui ao quarto, o único com cama actualmente, despi-me. Fiquei nu. Disse-lhe que ia tomar banho, que estava moído, que precisava da sensação da água quente. Para ele entrar na casa de banho e contar-me essa história toda.

 Liguei a água, entrei e comecei a lavar-me. E apeteceu-me ser atrevido. Perguntei-lhe se me lavava as costas, se me fazia uma pequena massagem. Ele nem pestanejou, não gaguejou, não balbuciou. Atrevido também, despiu os boxers e entrou na banheira. Pegou no gel duche e começou a acariciar as minhas costas, a massajar-me eroticamente, esfregando também o pau dele… para o lado… no meu rabo.

Virei-me e ele continuou, no meu pescoço, no meu peito, no meu pau, que já estava teso. Pediu-me se queria que me tirasse a espuma. respondi-lhe que sim.  Agarrou no chuveiro e começou a limpar a espuma, primeiro com a água, depois com a língua. Movimentos rotativos, de vai-vém, até chegar à minha verga. Limpou-a cuidadosamente e depois lambia-a de tal maneira lenta, sensual que rapidamente fiquei cheio de precum. ele só dizia que lhe dava trabalho, que tinha sempre que estar a limpar…

Estava quase a vir-me, quase a largar o leite fecundo, quente. Pedi-lhe para parar.  Queria prová-lo, saber como era ter uma para o ladod entro da boca.

Baixei-me, lambi-lhe os tomates… pedi-lhe para colocar uma perna no rebordo da banheira… lambi-lhe entre o ânus e os tomates, o ânus e regressei ao mangalho. Enfiei-o na boca. Chupava-o devagar, com esforço para manter aquele grande pau direito e ele gozava.

Não quis que ele se viesse. Parei. Disse-lhe que precisava de me sentar, de beber alguma coisa, petiscar algo.

E ele, atencioso, preparou-me uma bebida quente, umas bolachas deliciosas que tinha trazido do estrangeiro (fiquei a saber que estava em trânsito). Trocávamos beijos, carícias. Partilhávamos bolachas, acabando em beijos fervorosos.

Acabámos por nos enrolar, por nos lambermos, chuparmos, provando ânus, vergas, mamilos. Até que lhe ofereci o meu, onde ele entrou sem dificuldades, deixando-me em êxtase, sentido-a para o lado, mesmo lá dentro.

Veio-se no meu peludo peito, lambendo cada gota do seu precioso líquido. Vim-me na boca dele, não sobrando gota nos cantos.

E dormimos agarrados, juntos, sentido a verga dele para o lado, a noite inteira junto ao meu corpo.

 Taurnil Lossehelin (Foto da net)

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~ por taurnillossehelin18 em Fevereiro 13, 2008.

5 Respostas to “para o lado”

  1. Mais um grande texto. Tal como já te disse, escrever melhor do que eu. Um texto erótico e sensual sem cair nas simples descrições pornográficas. E a foto ajuda imenso 😉

  2. a escrita, essa, continua em grande!

  3. Gostei muito do teu post…excita-me dois gajos juntos…gosto.

  4. bom, assim fiquei meia de lado…

    erótico, gostei. Foi um aquecimento?

    beijos quentes

  5. Obrigado pelos vossos comentários. Ajudam a continuar. Um abraço

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