O espelho_2

Fiquei parado junto à porta, sem saber que fazer.  A visão daquele rapaz deixava-me doido. Bonito, corpo definido sem ser demasiado musculado; sem pêlos (apesar de até gostar), os mamilos bem vincados, ruivo (ai!) como nas minhas fantasias (imaginava os pêlos púbicos ruivos também) e aqueles calções brancos, que deixavam entrever à transparência uma verga bem grande, como ainda não tinha visto.

E eu? Bem eu, não sou alto nem baixo, tenho pêlos (e bastantes), gordinho e avantajado, não diria grande, mas grossa.

Fiquei à porta, sem reacção, sem saber se devia voltar ou ficar, aproximar-me.

Tomou ele a decisão. Sem sair da luz, foi se aproximando, chegando perto de mim. Pegou na minha mão e mostrou-me que queria que o tocasse. Levei a mão ao mamilo direito, humedecia-a com saliva e comecei a brincar. Baixei a cabeça e comecei a lamber-lho. Ele nem pestanejava enquanto passava de um mamilo ao outro. Imóvel!

Até que finalmente a mão dele se aproximou da minha verga, húmida de precum, como já é habitual quando estou bastante excitado. Pegou numa gota e levou-a à boca. Pegou noutra e chagou-me o dedo para lho lamber. Fi-lo com bastante prazer, confesso que adoro o meu precum. Levou a mão à minha cabeça, pressionando para que me baixasse. Fi-lo lentamente, lambendo cada parte do seu corpo que encontrava pelo caminho.

Fui descendo os calções devagarinho. Apareceram aos poucos os pêlos ruivos, que lambi com prazer sôfrego. E finalmente apereceram aqueles mais de 20 cm. Confesso que a imaginava grande, mas não tanto. Não era muito grossa, uns 2/3 cm de diâmetro, mas era longa. Lambi-a e enfiei-a na boca devagar, tocando ao de leve com a língua, até onde podia. E comecei a mamar aquele caralho ruivo. Começou também a ficar bastante molhado. Também ficava com bastante precum, daí talvez o interesse dele pela minha. Chupar aquele pau não era fácil. Colocá-lo todo na boca era tarefa quase impossível, pelo que fui ajudando com a mão, masturbando ao mesmo tempo.

Levantei os olhos e reparei que ele tinha a cabeça para trás, gemendo baixinho. Quis que eu enfiasse tudo, disse-lhe que não, que não conseguia. Prendeu-me a cabeça com as mãos e devagarinho, muito devagar foi introduzindo a verga na minha boca. Senti a ponta quase na glote, os lábios naqueles pêlos ruivos. por incrível que pareça, meio de lado, entrou. Senti escorrer a precum, ele tinha ficado muito excitado, deixou ficar uns segundos e depois tirou. pegou-me novamente na cabeça e levantou-me, dando-me um beijo apaixonado, de língua.

Baixou-se, lambeu a precum que escorria pelo meu pau e de uma só vez enfiou-o inteiro na boca. Sem o retirar, senti-a a língua dele a rodopiar até que devagar, foi começando um vai e vem em que parecia que a língua fazia tipo um remoinho cobrindo toda a minha verga.

Apenas com um gesto virou-me e começou a lamber-me o rabo. Coloquei-me de modo a que pudesse trabalhar de modo exemplar no botão de rosa. Adoro essa sensação.

Senti-o levantar-se, enfiar um dedo e depois algo diferente. Estava a enrabar-me.  Disse que não, doí-a bastante. Começou a vai-vem, mas não aguentei. Tirei, entrei na casa-de-banho, saí do espelho. abri a água fria e fiquei debaixo do chuveiro, de pau feito, a escorrer precum, a doer-me o rabo.

Ele veio ao espelho, ficou alí a olhar, de pau feito, a escorrer precum, esperando.

E falou, que soava como uma voz de anjo aos meus ouvidos, «é natural, desculpa, vem…»

Continua…

Taurnil Lossehelin (Foto da net)

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~ por taurnillossehelin18 em Maio 2, 2008.

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